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Lideranças da região debaterão cultura de paz e violência contra mulheres
Da Redação
26/05/2024 | 14:04
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FOTO: Reprodução


50 lideranças locais de ONGs, movimentos sociais, órgãos públicos e universidades do Grande ABC debaterão em oficina gratuita caminhos da cultura de paz no enfrentamento da violência contra a mulher. A realização será da Associação Mulheres pela Paz, nesta segunda-feira (27), no Hotel Plaza Mayor - Rua Cel. Fernando Prestes, 278, no Centro de Santo André.

A atividade se estenderá das 9h às 17h e conta com o apoio do Ministério das Mulheres. 

As parcerias locais ficam por conta da: Frente Regional do ABC – Enfrentamento da Violência contra as Mulheres; Santo André: Guarda Civil Municipal/ Patrulha Maria da Penha; PROLEG (Promotoras Legais Populares); NUREC/FMABC (Núcleo Rondon de Extensão Universitária da Faculdade de Medicina do ABC); Coletivo LGBTQIA Prisma Dandara dos Santos – UFABC; Covid na Favela.com.br; CESCO (Centro de Estudos de Saúde Coletiva do ABC); Centro Universitário da FMABC; Defensoria Pública do Estado de São Paulo, NUDEM (Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres); Nhande Vae Ete abc, Entre Nós – Assessoria, Educação e Pesquisa; MTST Brasil (Movimento Trabalhadores sem Teto); ONG Atravessa (Associação das Travestis e Transexuais de Santo André). Diadema: Guarda Civil Municipal/ Patrulha Maria da Penha. Mauá: PLPs (Promotoras Legais Populares); E agora, José?. Ribeirão Pires: Coletiva de Mulheres. Rio Grande da Serra: Guarda Civil Municipal/ Patrulha Maria da Penha. São Bernardo: PLPs (Promotoras Legais Populares); Casa Neon Cunha. São Caetano: Centro de Referência Especializado em Assistência à Mulher; Guarda Civil Municipal/ Patrulha Maria da Penha; Conselho Municipal dos Direitos da Mulher; PLPs (Promotoras Legais Populares).

Uma em cada três mulheres sofre violência no mundo, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde); o Brasil é o quinto país no mundo com o maior número de feminicídios; a cada dois minutos uma mulher é estuprada;  em números, a ONU Mulheres estima que 24% das mulheres a partir de 15 anos são vítimas de violência de gênero. Segundo a organização eventos como este são necessários para enfrentar essa realidade, além da urgência pública em promover a prevenção por meio da promoção da educação popular feminista, formação e informação, visando à desconstrução de estereótipos discriminatórios e o fortalecimento de mulheres e meninas, para acesso aos direitos. 




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