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Senai Andreense. Do Centro para a Perimetral. Vejam os jovens da foto. Eles participaram da mudança...

A indústria de Santo André crescia e precisava de mão-de-obra especializada. Então chegou o Senai, logo após a Segunda Guerra Mundial...

Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC
16/05/2024 | 08:00
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Prezado Jerônimo, envie a foto que o Jorginho postou. A gente publica aqui em Memória junto ao seu outro livro, “Vida Roubada”, ainda não lido.

“Memória”, 26-4-2024

E o torneiro-mecânico, editor e escritor Jerônimo de Almeida Neto enviou a foto solicitada por esta página, cuja história está no livro “Mosaico, contos e casos” (Santo André, Coopacesso, agosto de 1922). 

Ao publicar a resenha daquele livro, “Memória” escreveu: “outro livro belíssimo a enriquecer a literatura do Grande ABC, linda obra com as histórias de Jerônimo”.

Daquele livro, citamos a crônica sobre a foto dos colegas do autor no Senai de Santo André. Diante do nosso pedido, Jerônimo não só enviou a fotografia como assinalou os dados seguintes:

Tive o prazer de voltar a conversar com o Jorginho, que me mandou a foto da turma do Senai e pensamos que seria importante te mandar algumas informações adicionais.

A foto é do início dos anos 1970 e foi batida na sala de química da Escola A. Jacob Lafer, em Santo André.

Esta turma foi a última a se matricular na antiga escola da Rua Bernardino de Campos, no Centro de Santo André.

Todos esses rapazes da foto, hoje sessentões, trabalharam muito durante a mudança da escola para a Avenida Santos Dummont. Foi a primeira turma a se formar na escola nova.

Todos, durante o último período do curso, fizeram várias peças para a instalação de acessórios nas máquinas novas.

Identificamos alguns rapazes na foto: Jerônimo, Jorginho (Gilson Roberto Jorge), Carlos Sanches (ele foi secretário de obras no governo Carlos Grana), Efraim Guimarães Gonçalves, Luiz Carlos Ribeiro, Ferdinando Ledinik, Luiz Sérgio Pagliai, o professor Valter Liporoni, João Donizete Feltrim, Luiz Farias, Vitorino Pinto, Mário André Pavóski e o Alexandrini. Os demais, não nos recordamos dos nomes. Acho que aí está um desafio, 

ROMANCE – E o outro livro do Jerônimo de Almeida Neto? Aquele que “Memória” prometeu uma palavra. Chama-se “Vida Roubada” (Coopacesso, editora, com sede na Vila Guaraciaba, em Santo André).

Livro robusto, 246 páginas. Tem início quando um automóvel preto, oficial, com dois altos funcionários do governo – um brasileiro, advogado do Itamarati; outro norte-americano, um capitão – batem à porta da família Lopes, em algum ponto presumível do Grande ABC.

Gente, não dá para parar a leitura, e as 246 páginas são vencidas facilmente como há tempos “Memória” não fazia. “Vida Roubada”, imperdível.

 

Crédito da foto 1 – Acervo: Gilson Roberto Jorge

Crédito da foto 2 – Capa: arte do autor

SONHOS BONS. Início da década de 70. Toda a esperança da juventude que inaugurou a nova escola do Senai em Santo André. E o livro-romance de um deles: um enredo que tem tudo para virar novela, filme, seriado...

Veteranos do Amaral

Depois do passamento do Dilson Nunes, que está difícil de substituir tal seu empenho de anos em reunir o grupo dos veteranos do Ginásio Amaral Wagner (Utinga), no dia 8 passado houve o reinício da confraternização. Os atuais coordenadores do grupo, João Boteon e Antônio Trubiani, prometem continuar com esses encontros calorosos de amizades que perduram por décadas.

Milton Martins - Piracicaba

Crédito da foto 3 - Divulgação

UTINGA PRESENTE. À direita, Vera Lúcia Gestinari, Agnaldo Bianchini, José Franciso Falcão, Roberto Takeshi Tadima, Madalena Nunes e filha; à esquerda, Ariovaldo Ceceli, Douglas Piccolo, Eufrásio Lauton e Sérgio Munhoz

DIÁRIO HÁ 30 ANOS

Domingo, 15 de maio de 1994 – Edição 8700

ESPECIAL – Alemão pesquisa beija-flor em São Bernardo.

Rolf Grantsau veio para a cidade estudar o pássaro em 1964 e até agora (1994) não conseguiu apoio governamental para suas pesquisas.

Reportagem: Claudia Fernandes e Luciano Vicioni (fotos).

FUTEBOL – Santo André lutava para não cair. Time tinha que vencer o Bragantino, naquele domingo, no Estádio Bruno Daniel, e esperar resultado de outros jogos da rodada.

“Temos que fazer primeiro a nossa parte e pensar nos outros depois”, discursava o técnico Jair Picerni.

EM 16 DE MAIO DE...

1904 – Realizava-se, em São Paulo, o I Congresso das Sociedades e Institutos Italianos no Brasil.

A sessão inaugural teve a participação da banda de música Giuseppe Verdi.

Um dos temas discutido: emigração e colonização, trabalho intelectual e trabalho artesanal.

1979 – Prefeitura de Londrina, no Paraná, dava o nome de São Caetano do Sul à rua que começava na Rua São Bernardo do Campo. Prefeito de São Caetano, Raimundo da Cunha Leite, enviava ofício ao prefeito Casemiro Belinati em agradecimento à homenagem.

Prefeitura de São Caetano abria concorrência pública de recapeamento de ruas como a Ramos de Azevedo (que servia as indústrias Villares e Moinho Santa Clara), Sebastião Diogo e Santo André.

MUNICÍPIOS BRASILEIROS

Hoje é o aniversário de Colorado do Oeste e Presidente Medici (Rondônia), Coruripe, Murici, São Luís do Quiunde e Traipu (AL), Laranja da Terra (ES), Muriaé e São João Nepomuceno (MG), Nova Friburgo e São Pedro da Aldeia (RJ) e Nova Laranjeiras (PR).

HOJE

Dia do Gari

São João Nepomuceno

16 de maio

(Tchecoslováquia, Pomuk 1330 - Praga 1383). O mártir da confissão. Padroeiro da cidade mineira de São João Nepomuceno.

Imagem: Arquidiocese de São Paulo (divulgação)




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