Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 28 de Outubro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Empresários têm de buscar inovação

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


15/04/2010 | 07:00


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem, na abertura da 17ª Semana de Capacitação do Sistema Sebrae, que as empresas têm de inovar porque a competitividade é muito grande. "Vocês têm de descobrir o ponto G da criatividade do ser humano para os negócios", completou ele, provocando risos na plateia, em discurso de improviso.

Lula avaliou que muitas empresas não aderiram à lei geral das pequenas e microempresas, buscando benefícios para se instalarem, porque muitos prefeitos e governantes não fizeram a sua parte, de abrir mão dos impostos.

"Já aprovamos a lei e muita gente ainda não aderiu. Muitos prefeitos e governadores não fizeram a lição de casa. Ninguém quer abrir mão do imposto", reclamou Lula. "Por isso é que a gente não aprova a reforma tributária nunca", justificou.

Lula lembrou mais uma vez que deixará o cargo, em nove meses, e que o presidente do Sebrae, Paulo Okamoto, terá de sair também. "Você também vai precisar cair fora, Paulo. É preciso inovação e renovação para que as coisas possam funcionar mais a contento", recomendou.

"Mas saio com a convicção de que certamente não pude fazer tudo, mas fiz tudo o que o Sebrae me reivindicou e que esteve ao meu alcance, mas eu sei que vocês podem mais e o Sebrae pode sempre inovar", observou, acrescentando que o Sebrae "continuará e será mais forte".

Lula reclamou do fato de o Sebrae e os donos de micro e pequenas empresas nunca terem reivindicado a criação de um ministério para atender o setor, que tem interesses específicos, que nem sempre são atendidos pelo ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Ele citou como exemplos de setores incompatíveis na mesma pasta a pesca e a reforma agrária, que foram separados do Ministério da Agricultura. Nos dois casos, disse, essa união era "inconcebível" e "incompatível".



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Empresários têm de buscar inovação


15/04/2010 | 07:00


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem, na abertura da 17ª Semana de Capacitação do Sistema Sebrae, que as empresas têm de inovar porque a competitividade é muito grande. "Vocês têm de descobrir o ponto G da criatividade do ser humano para os negócios", completou ele, provocando risos na plateia, em discurso de improviso.

Lula avaliou que muitas empresas não aderiram à lei geral das pequenas e microempresas, buscando benefícios para se instalarem, porque muitos prefeitos e governantes não fizeram a sua parte, de abrir mão dos impostos.

"Já aprovamos a lei e muita gente ainda não aderiu. Muitos prefeitos e governadores não fizeram a lição de casa. Ninguém quer abrir mão do imposto", reclamou Lula. "Por isso é que a gente não aprova a reforma tributária nunca", justificou.

Lula lembrou mais uma vez que deixará o cargo, em nove meses, e que o presidente do Sebrae, Paulo Okamoto, terá de sair também. "Você também vai precisar cair fora, Paulo. É preciso inovação e renovação para que as coisas possam funcionar mais a contento", recomendou.

"Mas saio com a convicção de que certamente não pude fazer tudo, mas fiz tudo o que o Sebrae me reivindicou e que esteve ao meu alcance, mas eu sei que vocês podem mais e o Sebrae pode sempre inovar", observou, acrescentando que o Sebrae "continuará e será mais forte".

Lula reclamou do fato de o Sebrae e os donos de micro e pequenas empresas nunca terem reivindicado a criação de um ministério para atender o setor, que tem interesses específicos, que nem sempre são atendidos pelo ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Ele citou como exemplos de setores incompatíveis na mesma pasta a pesca e a reforma agrária, que foram separados do Ministério da Agricultura. Nos dois casos, disse, essa união era "inconcebível" e "incompatível".

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;