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Obras de Hitchcock são expostas em Paris


Das Agências

07/06/2001 | 14:49


O mestre do suspense, Alfred Hitchcock, também foi um genial mestre da arte, como mostram suas referências à pintura e à arquitetura reveladas pela exposição que o Centro Pompidou de Paris dedica ao grande cineasta até o dia 24 de setembro.

Com a exposição "Hitchcock e a arte: coincidências fatais" é possível ver até que ponto o diretor de "Janela indiscreta" e "Intriga internacional" foi muito mais do que um criador de medos coletivos ou um astuto artesão que explorava os temores do espectador.

A exposição está enriquecida com as obras do Centro Pompidou. No total, são 200 pinturas, gravações, desenhos, livros e esculturas dos séculos XIX e XX, 300 fotografias de filmagens, cartazes, maquetes de cenários, figurinos e 40 trechos de filmes.

O visitando é, de cara, introduzido ao universo hitchockiano: em um cômodo escuro e de ambiente dramático brilham as jóias e os objetos simbólicos ou de fetiche usados em cena pelo diretor. Cinco grandes temas que impregnaram a obra de Hitchcock compõem a exposição: a mulher, o desejo e os locais de inquietação, terror e espetáculo. O visitante também pode ver reconstituições de cenários de filmes famosos como "Psicose" e "Os pássaros".

Em uma alas dedicadas ao diretor, é possível constatar que Hitchcock (1899-1980) alimentou-se principalmente do simbolismo da arte, como também do universo sombrio de Edgar Allan Poe, como testemunham as imagens fantásticas criadas pelos pintores Rackham, Martini e Redon, um de seus artistas preferidos.



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Obras de Hitchcock são expostas em Paris

Das Agências

07/06/2001 | 14:49


O mestre do suspense, Alfred Hitchcock, também foi um genial mestre da arte, como mostram suas referências à pintura e à arquitetura reveladas pela exposição que o Centro Pompidou de Paris dedica ao grande cineasta até o dia 24 de setembro.

Com a exposição "Hitchcock e a arte: coincidências fatais" é possível ver até que ponto o diretor de "Janela indiscreta" e "Intriga internacional" foi muito mais do que um criador de medos coletivos ou um astuto artesão que explorava os temores do espectador.

A exposição está enriquecida com as obras do Centro Pompidou. No total, são 200 pinturas, gravações, desenhos, livros e esculturas dos séculos XIX e XX, 300 fotografias de filmagens, cartazes, maquetes de cenários, figurinos e 40 trechos de filmes.

O visitando é, de cara, introduzido ao universo hitchockiano: em um cômodo escuro e de ambiente dramático brilham as jóias e os objetos simbólicos ou de fetiche usados em cena pelo diretor. Cinco grandes temas que impregnaram a obra de Hitchcock compõem a exposição: a mulher, o desejo e os locais de inquietação, terror e espetáculo. O visitante também pode ver reconstituições de cenários de filmes famosos como "Psicose" e "Os pássaros".

Em uma alas dedicadas ao diretor, é possível constatar que Hitchcock (1899-1980) alimentou-se principalmente do simbolismo da arte, como também do universo sombrio de Edgar Allan Poe, como testemunham as imagens fantásticas criadas pelos pintores Rackham, Martini e Redon, um de seus artistas preferidos.

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