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Igreja em Araraquara está em obras há 50 anos



19/07/2006 | 08:11


É um recorde difícil de ser quebrado: a Igreja de São Bento, em Araraquara, a 275 km de São Paulo, está em obras há meio século e continua inacabada. A construção começou em 1956 e ainda falta erguer uma torre e revestir com reboco toda a parte externa. As dimensões do templo, de porte monumental, com 64 metros de altura, equivalente a um prédio de 14 andares, não justificam a demora.

O pároco Oswaldo Baldan reconhece que o projeto foi superdimensionado. “Pensou-se no projeto de uma catedral, pois havia chance de Araraquara sediar uma diocese.”

O padre está empenhado numa campanha de arrecadação de recursos para terminar a igreja, mas a ajuda é pouca. “É a maldição da serpente”, provoca o estudante de Turismo Thales Simões, 21 anos. Corre na cidade uma lenda que diz que a construção foi erguida sobre um córrego onde vivia uma cobra imensa. O bicho ficou soterrado e, sempre que se mexe, a igreja trinca, por isso a obra não termina. As grandes trincas nas paredes com os tijolos à vista reforçam a lenda.

O padre tem outra opinião. “Serpente coisa nenhuma. É que na época não se faziam fundações e as paredes foram erguidas sobre sapatas, num corpo só, sem juntas de dilatação.”



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Igreja em Araraquara está em obras há 50 anos


19/07/2006 | 08:11


É um recorde difícil de ser quebrado: a Igreja de São Bento, em Araraquara, a 275 km de São Paulo, está em obras há meio século e continua inacabada. A construção começou em 1956 e ainda falta erguer uma torre e revestir com reboco toda a parte externa. As dimensões do templo, de porte monumental, com 64 metros de altura, equivalente a um prédio de 14 andares, não justificam a demora.

O pároco Oswaldo Baldan reconhece que o projeto foi superdimensionado. “Pensou-se no projeto de uma catedral, pois havia chance de Araraquara sediar uma diocese.”

O padre está empenhado numa campanha de arrecadação de recursos para terminar a igreja, mas a ajuda é pouca. “É a maldição da serpente”, provoca o estudante de Turismo Thales Simões, 21 anos. Corre na cidade uma lenda que diz que a construção foi erguida sobre um córrego onde vivia uma cobra imensa. O bicho ficou soterrado e, sempre que se mexe, a igreja trinca, por isso a obra não termina. As grandes trincas nas paredes com os tijolos à vista reforçam a lenda.

O padre tem outra opinião. “Serpente coisa nenhuma. É que na época não se faziam fundações e as paredes foram erguidas sobre sapatas, num corpo só, sem juntas de dilatação.”

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