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PT discorda de punições da Guarda de Diadema


Michele Loureiro
Da Sucursal de Diadema

27/09/2007 | 07:15


“Toda a cúpula do PT de Diadema está contra a decisão de demitir os GCMs (Guardas Civis Municipais) tomada pelo prefeito Filippi”, diz o vereador Manoel Eduardo Maninho, líder do PT na Câmara.

Em uma reunião extraordinária realizada na noite de terça-feira, líderes do partido votaram por unanimidade contra a decisão de punir os 44 guardas. “Isso não tem cabimento, ainda mais vindo de um partido como o PT, que sempre apoiou greves e defendeu os direitos dos trabalhadores”, destaca a vereadora do PT, Irene dos Santos.

O partido pretende agendar uma conversa com o prefeito para que a situação seja resolvida. “Espero que pelo menos o partido ele escute, porque é completamente desnecessário levar esta decisão à justiça”, diz a vereadora.

“Esperamos que tudo se resolva da melhor maneira possível, e que seja breve”, ressalta Maninho.

Segundo a vereadora Irene, os casos de insubordinação, ressaltados pela Prefeitura como motivo para a punição dos guardas não existiram. “Eu acompanhei o processo do fim da greve, no dia 5 de maio, data de retorno ao trabalho. Os GCMs encontraram escalas modificadas, o que fugia completamente do acordo”, diz.

Nesta quinta-feira, às 16h, os GCMs e a diretoria do Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema) se reúnem em frente à Câmara Municipal para cobrar retorno da Prefeitura.

Se nada for feito, a greve agendada para a próxima segunda-feira estará mantida. “Nossa intenção é parar 100% da guarda”, diz Kátia Vassoler, presidente do Sindema.



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PT discorda de punições da Guarda de Diadema

Michele Loureiro
Da Sucursal de Diadema

27/09/2007 | 07:15


“Toda a cúpula do PT de Diadema está contra a decisão de demitir os GCMs (Guardas Civis Municipais) tomada pelo prefeito Filippi”, diz o vereador Manoel Eduardo Maninho, líder do PT na Câmara.

Em uma reunião extraordinária realizada na noite de terça-feira, líderes do partido votaram por unanimidade contra a decisão de punir os 44 guardas. “Isso não tem cabimento, ainda mais vindo de um partido como o PT, que sempre apoiou greves e defendeu os direitos dos trabalhadores”, destaca a vereadora do PT, Irene dos Santos.

O partido pretende agendar uma conversa com o prefeito para que a situação seja resolvida. “Espero que pelo menos o partido ele escute, porque é completamente desnecessário levar esta decisão à justiça”, diz a vereadora.

“Esperamos que tudo se resolva da melhor maneira possível, e que seja breve”, ressalta Maninho.

Segundo a vereadora Irene, os casos de insubordinação, ressaltados pela Prefeitura como motivo para a punição dos guardas não existiram. “Eu acompanhei o processo do fim da greve, no dia 5 de maio, data de retorno ao trabalho. Os GCMs encontraram escalas modificadas, o que fugia completamente do acordo”, diz.

Nesta quinta-feira, às 16h, os GCMs e a diretoria do Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema) se reúnem em frente à Câmara Municipal para cobrar retorno da Prefeitura.

Se nada for feito, a greve agendada para a próxima segunda-feira estará mantida. “Nossa intenção é parar 100% da guarda”, diz Kátia Vassoler, presidente do Sindema.

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