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Amor de Auricchio chega a ser ‘patológico’


Do Diário do Grande ABC

28/07/2007 | 10:55


Há motivos de sobra para os moradores comemorarem. A análise é do prefeito José Auricchio Júnior (PTB), que faz parte da segunda geração da família nascida no município. Avós italianos, pais do Grande ABC. Embora tenha feito pós-graduação em São Paulo, o médico garante que nunca “arredou pé” da cidade. “Mesmo quando fazia residência, por mais cansativo que era, sempre ia e voltava.” Até o final de 2008, Auricchio, 44 anos, é, hierarquicamente, o maior expoente político de uma cidade da qual diz sentir amor e carinho que “às vezes chega a ser patológico”. Em menos de três anos à frente do Executivo, Auricchio se diz realizado pelas conquistas, principalmente nas áreas de Educação e Saúde. São Caetano ganhou recentemente o selo Cidade Livre do Analfabetismo, municipalizou o ensino e informatizou a maioria das escolas. Na Saúde, cada bairro conta agora com uma UBS, os hospitais Márcia e Maria Braido estão equipados com aparelhos de última geração, e lançou-se os ônibus itinerantes, que vão buscar em casa o paciente para consulta.

História
“Eu nasci em São Caetano, faço parte da segunda geração da família. Meus avós eram italianos, mas meus pais nasceram aqui. Nunca saí. Fui estudar e trabalhar fora, mas sempre residi aqui. Acabei não morando fora nem mesmo na época da residência da faculdade. Por mais cansativo que era, sempre ia e voltava. Minha mulher – a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Denise Auricchio – é mais bairrista que eu.”

Ligação
“Tenho um amor e carinho pela cidade que às vezes chega a ser patológico. Isso encrava um amor, um sentimento de muita ligação, muita intensidade. Isso se traduz no tipo de vida que você tem oportunidade de ter. Por mais chance que tive de sair de São Caetano, nunca arredei pé. Meus pais também tiveram chance de sair, mas também preferiram ficar. E tudo isso acaba se tornando um elo muito forte, não só meu, mas de minha mulher também. Embora meus sogros sejam do Interior, a Denise também é muito ligada.”

Diferencial
“É uma cidade que tem um aconchego diferenciado. Até pela própria geografia, a proximidade com a Capital também é um fator muito importante. E tem essa questão das raízes, desse pessoal que convive aqui há muito tempo e se conhece há anos. Isso forma um espírito diferenciado. O espírito dessa cultura de família. Tem perfil de uma cidade pequena, com características mais domésticas. Mas também tem o componente interior, embora lembre uma cidade metropolitana de pequena proporção. Acho que aí mora a essência desse aconchego, desse bem-estar. Lógico que há quem enfrente dificuldades. Na medida em que o Estado e a própria região se desenvolvem, teremos melhorias por aqui também. Mesmo porque não estamos isolados. Até por ter uma população mais contida, é possível que exista essa identificação da pessoa com a cidade. E mesmo aqueles que vem de fora se ligam à São Caetano, por isso essa auto-adesão.”

Modernização
“O fato de São Caetano ser de autonomia relativamente importante, que já propiciou ações de desenvolvimento, tem de se buscar a preservação do sentimento de acolhimento, mas que não perca a capacidade de se modernizar. Que os critérios de cidadania se façam valer. É isso que a população tem de ter como perspectiva: buscar o aprimoramento na qualidade sem perder a ótica de vida urbana. O grande problema do ponto de vista urbano são as enchentes. Os demais são minoritários, como a política habitacional. Todos têm frente de atuação, mas o que estava maltratado era a questão das enchentes, nosso calcanhar de Aquiles. Mas estamos atuando, alinhados a outras forças de governo, esforços com a equipe para mudar urbanisticamente, sem esquecer a frente social, que faz com que a cidade mantenha sua qualidade de vida.”

Analfabetismo
“Estamos colhendo o sucesso da erradicação do analfabetismo, que é fundamental. Se comporta dentro de um arco social que temos trabalhado muito nessa administração. Então, essa questão da Educação é o grande vetor de comemoração. Além do ambiente democrático que estamos respirando nesse momento. Enfim, São Caetano é um município que não tem dívidas e isso é muito gratificante para todos nós.”


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Amor de Auricchio chega a ser ‘patológico’

Do Diário do Grande ABC

28/07/2007 | 10:55


Há motivos de sobra para os moradores comemorarem. A análise é do prefeito José Auricchio Júnior (PTB), que faz parte da segunda geração da família nascida no município. Avós italianos, pais do Grande ABC. Embora tenha feito pós-graduação em São Paulo, o médico garante que nunca “arredou pé” da cidade. “Mesmo quando fazia residência, por mais cansativo que era, sempre ia e voltava.” Até o final de 2008, Auricchio, 44 anos, é, hierarquicamente, o maior expoente político de uma cidade da qual diz sentir amor e carinho que “às vezes chega a ser patológico”. Em menos de três anos à frente do Executivo, Auricchio se diz realizado pelas conquistas, principalmente nas áreas de Educação e Saúde. São Caetano ganhou recentemente o selo Cidade Livre do Analfabetismo, municipalizou o ensino e informatizou a maioria das escolas. Na Saúde, cada bairro conta agora com uma UBS, os hospitais Márcia e Maria Braido estão equipados com aparelhos de última geração, e lançou-se os ônibus itinerantes, que vão buscar em casa o paciente para consulta.

História
“Eu nasci em São Caetano, faço parte da segunda geração da família. Meus avós eram italianos, mas meus pais nasceram aqui. Nunca saí. Fui estudar e trabalhar fora, mas sempre residi aqui. Acabei não morando fora nem mesmo na época da residência da faculdade. Por mais cansativo que era, sempre ia e voltava. Minha mulher – a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Denise Auricchio – é mais bairrista que eu.”

Ligação
“Tenho um amor e carinho pela cidade que às vezes chega a ser patológico. Isso encrava um amor, um sentimento de muita ligação, muita intensidade. Isso se traduz no tipo de vida que você tem oportunidade de ter. Por mais chance que tive de sair de São Caetano, nunca arredei pé. Meus pais também tiveram chance de sair, mas também preferiram ficar. E tudo isso acaba se tornando um elo muito forte, não só meu, mas de minha mulher também. Embora meus sogros sejam do Interior, a Denise também é muito ligada.”

Diferencial
“É uma cidade que tem um aconchego diferenciado. Até pela própria geografia, a proximidade com a Capital também é um fator muito importante. E tem essa questão das raízes, desse pessoal que convive aqui há muito tempo e se conhece há anos. Isso forma um espírito diferenciado. O espírito dessa cultura de família. Tem perfil de uma cidade pequena, com características mais domésticas. Mas também tem o componente interior, embora lembre uma cidade metropolitana de pequena proporção. Acho que aí mora a essência desse aconchego, desse bem-estar. Lógico que há quem enfrente dificuldades. Na medida em que o Estado e a própria região se desenvolvem, teremos melhorias por aqui também. Mesmo porque não estamos isolados. Até por ter uma população mais contida, é possível que exista essa identificação da pessoa com a cidade. E mesmo aqueles que vem de fora se ligam à São Caetano, por isso essa auto-adesão.”

Modernização
“O fato de São Caetano ser de autonomia relativamente importante, que já propiciou ações de desenvolvimento, tem de se buscar a preservação do sentimento de acolhimento, mas que não perca a capacidade de se modernizar. Que os critérios de cidadania se façam valer. É isso que a população tem de ter como perspectiva: buscar o aprimoramento na qualidade sem perder a ótica de vida urbana. O grande problema do ponto de vista urbano são as enchentes. Os demais são minoritários, como a política habitacional. Todos têm frente de atuação, mas o que estava maltratado era a questão das enchentes, nosso calcanhar de Aquiles. Mas estamos atuando, alinhados a outras forças de governo, esforços com a equipe para mudar urbanisticamente, sem esquecer a frente social, que faz com que a cidade mantenha sua qualidade de vida.”

Analfabetismo
“Estamos colhendo o sucesso da erradicação do analfabetismo, que é fundamental. Se comporta dentro de um arco social que temos trabalhado muito nessa administração. Então, essa questão da Educação é o grande vetor de comemoração. Além do ambiente democrático que estamos respirando nesse momento. Enfim, São Caetano é um município que não tem dívidas e isso é muito gratificante para todos nós.”

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