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Denúncias não afetam avaliação do governo Lula, revela Datafolha


Do Diário OnLine

17/06/2005 | 08:39


Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira revelou que as denúncias sobre o 'mensalão' não alteraram a avaliação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o levantamento, realizado na quinta (dia 16), 36% dos entrevistados classificaram o desempenho da administração federal como "ótimo ou bom", percentual ligeiramente acima dos 35% verificados na última sondagem, realizada nos dias 31 de maio e 1º de junho. Outros 44% avaliaram como "regular" (contra 45%) e 19% opinaram como "ruim ou péssimo" (contra 18%).

Sobre a avaliação do desempenho pessoal do presidente, 49% dos entrevistados classificaram como "ótimo ou bom", 38% como "regular" e 10% como "péssimo". Na última vez em que essa pergunta foi feita aos entrevistados — em março de 2004 —, os percentuais foram de 60% para "ótimo ou bom", 28% para "regular" e 9% para "ruim ou péssimo".

O presidente recebe dos brasileiros, em uma escala de zero a dez, nota média de 6,1. Para 10% ele merece a nota máxima, enquanto 7% dariam nota zero.

Disputa presidencial - Apesar da crise política gerada pelas denúncias do 'mensalão', Lula venceria todos os adversários se as eleições para a Presidência da República fossem realizadas hoje.

Num eventual segundo turno, o adversário mais difícil seria José Serra (PSDB), que obteria 40% dos votos, contra 46% de Lula. Já a disputa mais fácil seria contra Cesar Maia (PFL): nesse caso, o petista teria 57%, contra 21% do pefelista. Lula também sairia vitorioso num confronto com Fernando Henrique Cardoso (53% a 29%), Geraldo Alckmin (54% a 28%) e Aécio Neves (57% a 23%).

Congresso – Ao contrário do que ocorreu com a imagem do governo, a popularidade do Congresso foi fortemente prejudicada pelas denúncias do 'mensalão'. Segundo o levantamento, 42% dos entrevistados classificam o desempenho de seus representantes no Senado e na Câmara como "ruim ou péssimo" — taxa seis pontos percentuais acima da pesquisa anterior. A maior taxa de reprovação ao Congresso Nacional foi registrada em novembro de 1993, quando estourou o chamado escândalo do Orçamento: naquela ocasião, 56% dos brasileiros consideravam o desempenho dos congressistas "ruim ou péssimo".

Já para 38% dos entrevistados, os deputados e senadores eleitos em 2002 apresentam um desempenho "regular", enquanto 15% avaliam como "ótimo ou bom".

Entre os brasileiros que dizem ter tomado conhecimento das denúncias, a reprovação aos congressistas chega a 47%, e entre os que se dizem bem informados a respeito, a taxa atinge 56%.



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