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Recheado de novidades


Sueli Osório
Enviada a Frankfurt

14/09/2011 | 07:00


Imenso e impressionante! Esses adjetivos ainda não são suficientes para descrever a grandiosidade da 64ª edição do Salão de Frankfurt, que abre ao público amanhã e vai até o dia 25.

Com o slogan ‘Future comes as standard', ou ‘O futuro chega como padrão', em português, a mostra supera a feira anterior, com 235 mil metros quadrados de área de exposição, a participação de 1.007 expositores de 32 países e 89 estreias mundiais.

A expectativa é de que o número de visitantes também seja maior que o do evento anterior, realizado em 2009, quando mais de 800 mil pessoas passaram pela exposição, que tem 13 pavilhões.

Se por um lado tudo é grandioso, por outro os especialistas europeus não estão tão animados assim. A economia do Velho Continente sofre revezes, principalmente por conta de crises em países como Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha. Afinal, montadoras alemãs como Volkswagen, BMW e Mercedes-Benz devem muito de seus bons resultados às vendas nos mercados emergentes.

 

APELO VERDE

Nos estandes a palavra mais pronunciada é sustentabilidade. Em entrevista aos jornalistas brasileiros, o presidente da Vokswagen do Brasil, Thomas Schmall, endossa esse foco e acrescenta: "Além de sustentabilidade, também estamos de olho nos carros de entrada. Pela primeira vez uma grande montadora tem como principal lançamento um modelo de entrada, como o up!", afirmou, referindo-se ao lançamento da marca para o mercado europeu, que vai custar 9.850 euros na Alemanha, com pedidos iniciados ontem e entrega prevista para dezembro.

Segundo Schmall, o up! representa uma nova plataforma global que poderá gerar muitos outros modelos, não descartando que essa plataforma seja usada no Brasil para a produção do novo veículo de entrada da marca, abaixo do Gol. No entanto, ele alerta que, para o mercado brasileiro, o up! precisaria de adaptações. "No Brasil, ele seria o primeiro carro da família, portanto deveria levar cinco e não quatro pessoas, ter mais espaço no porta-malas, mais autonomia e ter design mais divertido, para agradar aos consumidores locais."

 

MERCADO

Schmall confirmou que a montadora pretende ampliar a capacidade de produção no País. "Hoje não sabemos ainda se vamos duplicar uma fábrica existente ou se será construída outra unidade." Ele atribuiu o fato de a montadora ainda não ter recuperado a liderança do mercado à capacidade inadequada de produção de comerciais leves. O investimento para duplicar ou construir outra unidade deve ser da ordem de R$ 1 bilhão e a montadora estaria cogitando áreas em seis Estados, entre os quais estão o Paraná e Pernambuco.

 

No estande da Ferrari, atenções voltadas para conversível

 

Como não poderia deixar de ser, o estande da Ferrari atraiu a atenção do público em geral, que se voltou para a bela 458 Spider. O superesportivo de dois lugares conta com capota rígida retrátil em alumínio, inédita para um modelo com esse tipo de configuração e 25 quilos mais leve que uma capota de lona.

Além de levar apenas 14 segundos para ser aberta ou fechada, a capota foi projetada para ocupar muito pouco espaço quando recolhida, de modo que ainda há espaço para bagagem atrás dos assentos. Sob o capô, pulsa o motor V8 de 570 cv, que leva o modelo da imobilidade aos 100 km/h em apenas 3,4 segundos, e à velocidade máxima de 320 km/h.



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