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Ministro afirma que não tem como melhorar proposta para auditores


Da Agência Brasil

23/04/2008 | 07:05


O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse ontem que o governo não tem como melhorar a proposta apresentada aos auditores fiscais, que estão em greve desde o dia 18 de março. O governo ofereceu reajuste de 43,9% para servidores com salário teto e de 41,7% para os auditores com salário inicial. O aumento seria aplicado até 2010, sempre no mês de julho.

“Nós temos uma posição que foi apresentada a eles, que até o momento eles não aceitaram, mas que de fato não temos como evoluir”, afirmou o ministro.

Bernardo disse que a expectativa é de que a greve chegue ao fim ainda neste semana. “A nossa expectativa é que, depois da decisão do judiciário determinando o corte dos pontos e, restando que nós não temos como avançar mais do ponto de vista econômico, que nós tenhamos um acordo nesta semana”, disse.

O ministro lembrou que o atraso na aprovação do orçamento trouxe dificuldades para o governo, em particular, na execução de investimentos. “Vamos fazer um esforço, agora, para tirar essa diferença”, concluiu.

Em assembléia nacional, realizada na última sexta-feira, os auditores fiscais decidiram manter a greve mesmo com o corte do ponto e rejeitar a proposta do governo. Os auditores fiscais querem que seus vencimentos sejam equiparados com o dos delegados federais, o que elevaria o piso da categoria de R$ 10.155,52 para R$ 11.614,10 e o teto da carreira de R$ 13.382,26 para R$ 16.683,98.


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Ministro afirma que não tem como melhorar proposta para auditores

Da Agência Brasil

23/04/2008 | 07:05


O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse ontem que o governo não tem como melhorar a proposta apresentada aos auditores fiscais, que estão em greve desde o dia 18 de março. O governo ofereceu reajuste de 43,9% para servidores com salário teto e de 41,7% para os auditores com salário inicial. O aumento seria aplicado até 2010, sempre no mês de julho.

“Nós temos uma posição que foi apresentada a eles, que até o momento eles não aceitaram, mas que de fato não temos como evoluir”, afirmou o ministro.

Bernardo disse que a expectativa é de que a greve chegue ao fim ainda neste semana. “A nossa expectativa é que, depois da decisão do judiciário determinando o corte dos pontos e, restando que nós não temos como avançar mais do ponto de vista econômico, que nós tenhamos um acordo nesta semana”, disse.

O ministro lembrou que o atraso na aprovação do orçamento trouxe dificuldades para o governo, em particular, na execução de investimentos. “Vamos fazer um esforço, agora, para tirar essa diferença”, concluiu.

Em assembléia nacional, realizada na última sexta-feira, os auditores fiscais decidiram manter a greve mesmo com o corte do ponto e rejeitar a proposta do governo. Os auditores fiscais querem que seus vencimentos sejam equiparados com o dos delegados federais, o que elevaria o piso da categoria de R$ 10.155,52 para R$ 11.614,10 e o teto da carreira de R$ 13.382,26 para R$ 16.683,98.

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