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Cliente acusa banco de recusar pagamento de não-correntistas


Artur Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

26/11/2005 | 08:19


O sindicalista Marco Antônio Ferreira Plata, 47 anos, acusa uma agência bancária do Bradesco em São Bernardo de recusar pagamentos de não-correntistas. Prática que, segundo o Procon, é proibida. Plata diz ter sido barrado na porta da agência, onde ia pagar contas, porque não era correntista. Ele diz que depois de ameaçar chamar a polícia, conseguiu fazer o pagamento.

"Eu fui pagar umas contas do sindicato no Bradesco da rua Marechal Deodoro. Quando cheguei na porta giratória, um rapaz foi logo dizendo que o banco Bradesco não recebia mais tributos de não-correntistas, de valor abaixo de R$ 1 mil", conta.

O Bradesco nega o fato e afirma que a política do grupo é a de "portas abertas" para a população. Alega que o que ocorre é o serviço de pré-atendimento. Pelo procedimento padrão, um funcionário da agência informa outras opções de locais de pagamento.

O sindicalista Plata, no entanto, é taxativo. "Disseram que não podia e ponto. Aí eu peguei o telefone para ligar para a polícia e eles mudaram de idéia", lembra. Antes de sair com a conta em dia, ainda discutiu com outros funcionários da agência. "Aí eu entrei, havia 15 pessoas lá dentro. Nunca vi isso no Bradesco."

Embora muita gente não saiba, desde que haja placas ou algum funcionário que informe a postura do banco, a agência pode se recusar a efetuar pagamentos em cheque. Mas, quando o pagamento é em dinheiro, não há exceções, segundo o Procon.

De acordo com o sindicalista Marco Antônio Plata, o aviso do funcionário que fazia o pré-atendimento era seguido de uma orientação para que os usuários – que fossem pagar em cheque ou dinheiro – quitassem suas contas em agências dos Correios ou nas lojas Marabraz. "Todos estavam revoltados com isso. E muitos foram embora."

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) afirmou, por meio de nota, que não costuma se pronunciar sobre entidades específicas.



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