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Presidente de sindicato pede que empresas aéreas diminuam vôos


Da Agência Brasil

02/11/2006 | 19:24


A única maneira de normalizar o funcionamento nos aeroportos em curto prazo é diminuir o número de vôos das empresas aéreas, segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Proteção ao Vôo, José Carlos Botelho.

“As empresas aéreas têm sua culpa, porque utilizam o máximo de aproveitamento da malha aérea”, disse nesta quinta-feira em entrevista coletiva na sede do sindicato. Segundo Botelho, a malha está amarrada de tal modo “que um atraso por qualquer motivo em uma cidade vai acabar se refletindo em todo o Brasil. É necessário um esforço das empresas para reduzir o número de vôos.”

O presidente do sindicato disse que a categoria está se esforçando para atender o pedido feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que os controladores normalizem suas atividades e voltem a controlar mais de 14 vôos simultaneamente. As regras internacionais determinam que cada controlador seja responsável por, no máximo, 12 vôos. Segundo Botelho, o apelo foi feito por intermédio do Ministro do Trabalho Luiz Marinho, que ligou para ele nesta manhã.

Botelho estima que o problema dos atrasos dos vôos seja resolvido dentro de cinco dias, quando os controladores transferidos de outras localidades para Brasília estarão aptos a operar as aeronaves neste aeroporto.  Ele disse, no entanto, que essa medida não representa uma solução, pois apesar de resolver parcialmente o problema de Brasília, compromete o funcionamento de locais como Rio de Janeiro e São Paulo, em que também há pouco pessoal e grande volume de tráfego.

“Já dei minha palavra ao ministro. Mas, se a flexibilização desse número para 16 ou 17 vôos comprometer a segurança, queremos que uma autoridade assuma a responsabilidade por isso, e não nós”, declarou.



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Presidente de sindicato pede que empresas aéreas diminuam vôos

Da Agência Brasil

02/11/2006 | 19:24


A única maneira de normalizar o funcionamento nos aeroportos em curto prazo é diminuir o número de vôos das empresas aéreas, segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Proteção ao Vôo, José Carlos Botelho.

“As empresas aéreas têm sua culpa, porque utilizam o máximo de aproveitamento da malha aérea”, disse nesta quinta-feira em entrevista coletiva na sede do sindicato. Segundo Botelho, a malha está amarrada de tal modo “que um atraso por qualquer motivo em uma cidade vai acabar se refletindo em todo o Brasil. É necessário um esforço das empresas para reduzir o número de vôos.”

O presidente do sindicato disse que a categoria está se esforçando para atender o pedido feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que os controladores normalizem suas atividades e voltem a controlar mais de 14 vôos simultaneamente. As regras internacionais determinam que cada controlador seja responsável por, no máximo, 12 vôos. Segundo Botelho, o apelo foi feito por intermédio do Ministro do Trabalho Luiz Marinho, que ligou para ele nesta manhã.

Botelho estima que o problema dos atrasos dos vôos seja resolvido dentro de cinco dias, quando os controladores transferidos de outras localidades para Brasília estarão aptos a operar as aeronaves neste aeroporto.  Ele disse, no entanto, que essa medida não representa uma solução, pois apesar de resolver parcialmente o problema de Brasília, compromete o funcionamento de locais como Rio de Janeiro e São Paulo, em que também há pouco pessoal e grande volume de tráfego.

“Já dei minha palavra ao ministro. Mas, se a flexibilização desse número para 16 ou 17 vôos comprometer a segurança, queremos que uma autoridade assuma a responsabilidade por isso, e não nós”, declarou.

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