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Fora sanguessugas!



06/08/2006 | 09:06


O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, disse no sábado que candidatos acusados de envolvimento na máfia das ambulâncias não deveriam se candidatar neste ano. O deputado Pastor Heleno Silva (PL-SE), um dos investigados pela CPI dos Sanguessugas, em cujo reduto Alckmin fez a declaração, anunciou no mesmo dia que desistiu de concorrer a novo mandato.

O candidato tucano disse que as denúncias envolvendo compras irregulares de ambulâncias resultam da falta de controle do governo federal sobre os recursos públicos, a qual não está limitada ao Ministério da Saúde. “Vamos encontrar isso em vários ministérios. É uma relação autoritária do Executivo com o Legislativo, uma relação fisiológica, baseada no toma lá, dá cá.” Alckmin afirmou que o PSDB já decidiu que não dará legenda a seus deputados acusados, e expulsará quem tiver envolvimento comprovado.

Na visita a Nossa Senhora da Glória, Alckmin teve a companhia do governador João Alves (PFL) e do ex-governador Albano Franco (PSDB), candidato a deputado federal. Chegou com os últimos pingos da chuva, antes da seca nordestina, que começa no final de agosto e dura seis meses. No comício havia faixas em azul com os dizeres: “O PT do Mensalão não ajuda o Nordeste” e “O PT é o inimigo do sertão”.

Alckmin fez críticas ao governo Lula. “O Brasil não vai melhorar se continuar com essa praga da corrupção, que prejudica o nosso povo”, gritou do alto de um caminhão. Ele prometeu fazer em quatro anos “o que esses vermelhinhos não fizeram para o Nordeste”. O tratamento é costumeiramente usado por João Alves para se referir aos petistas.

Cristovam – O candidato a presidente da República pelo PDT, Cristovam Buarque, reforçou no Recife seu temor diante de “uma tendência de golpe autoritário”, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao comentar a proposta de convocar uma Assembléia Nacional Constituinte. “Vejo essa iniciativa como uma polegada antes de uma tentativa de golpe.”.

O perigo é maior, segundo ele, no caso de o presidente ser reeleito no primeiro turno das eleições. “Imagine um presidente sair com cerca de 50 milhões de votos e com um congresso constituinte”, observou. “Ele vai ditar a Constituição porque tem o poder de liderança e tem o poder executivo que pode corromper através das práticas mensaleiras que já se viu no passado.”



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