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‘RH do futuro’ precisa acontecer já


Do Diário do Grande ABC

04/07/2022 | 23:59


A área de recursos humanos sempre foi conhecida por sua proximidade, das conversas olho no olho e de estar perto entendendo necessidade dos colaboradores. Novos rumos foram traçados quando o mundo acendeu alerta máximo contra ameaça invisível. Para sorte da humanidade, a tecnologia evoluiu muito ao longo das últimas décadas, nos tornando presentes mesmo que a distância. Independentemente dos constantes debates sobre o ‘RH (Recursos Humanos) do futuro’ e suas novas práticas cada vez mais tecnológicas, corporações não estavam prontas culturalmente, e em diversos processos, para o universo remoto. Como futuro parecia ainda distante, e que chegaria gradualmente, todas as etapas de contratação, demissão e gerenciamento de equipes não contemplavam a atuação fora dos escritórios. A pandemia nos colocou em posição onde necessitamos de rápida adaptação e colocou à prova os resultados que poderíamos entregar com cada um dos colaboradores em suas casas.


Fomos pegos de surpresa. Não havia precedentes, protocolos ou qualquer outro fator que amparasse com parâmetro e nos permitisse balizar ações com a chegada da pandemia. Para os profissionais de recursos humanos, a situação foi muito complicada: o receio em perder qualidade de análise dos candidatos, de perceber se o perfil do empregador e do empregado davam match, tudo era incógnita. Surgiram diversos entraves com o recrutamento on-line, principalmente devido à necessidade de lidar com ferramentas on-line, boa parte nunca antes usada. Colaboradores nativos digitais foram de suma importância para essa transição, pois permitiram que novos processos e modelos de trabalho fossem instaurados de forma ágil.


Mesmo com esse cenário completamente novo e cheio de dúvidas, nós conquistamos territórios importantes, quebrando distâncias geográficas e ampliando nossos números de candidatos, pois todo Brasil e o mundo se tornaram filiais de nossos escritórios. Com isso, ampliamos nosso raio de atuação e aumentamos chances de contratação qualificada. Quase dois anos depois, ao que tudo indica, empresas estão cada vez mais preparadas para este universo, pois, após esse intenso período, o RH do futuro’ se faz cada dia mais atual. Estão sendo criadas dinâmicas e métodos que aproximam profissionais de recursos humanos à realidade atual. Aplicativos que permitem brainstorm (levantar ideias), reunião interativa de diversos integrantes e outros tipos de plataformas já estão sendo utilizados para encontrar talentos.


Engana-se quem ainda acredita que o mundo voltará a ser como antes da pandemia. O próximo passo já foi dado, com a experiência de candidatos e colaboradores ainda mais no centro e os RHs como protagonistas dessa estratégia.

Alana Azevedo é Líder de Pessoas e Cultura da empresa Flash Benefícios.


PALAVRA DO LEITOR

Marina – 1
Fundo partidário precisa ser gasto de qualquer jeito (Marina Silva evita declarar apoio a Lula em lançamento de pré-candidatura). A senhora, que só aparece a (cada) quatro anos, também vai gastar o dinheiro do pagador de impostos. Zero à esquerda.
Alexandre Martins
do Facebook


Marina – 2
Essa mulher tem que ser banida da política! Isso (pré-candidatura a deputada federal por São Paulo) é retrocesso! Já teve suas oportunidades e não criou nada. (Tem de ter) Gente nova! Vamos mudar essa história de parasitas no Congresso. Quando eles (políticos) veem que no Estado deles eles não têm chance, vêm para São Paulo. Infelizmente até Collor se reelegeu aqui. Tomara que os nordestinos que moram em São Paulo aprendam a votar e tirem essas raposas velhas da política.
Noedes Silva
do Facebook


Professores
Durante toda nossa vida fomos doutrinados por verdadeiros mestres em nosso ensinar. São e foram eles professores, que desde o ensino fundamental esculpiram nosso saber para que semeássemos vida de dignidade plural. Nosso Diário nos permite este espaço, também, para que possamos nos expressar e com isso acarinhar nossos mestres. Foram e ainda são eles que contribuem, sem dúvida, com a grandeza explícita do nosso Brasil. Professoras e professores, sei que é muito pequeno este préstimo para tanta importância dos senhores. Vocês sempre estarão imprescindíveis em nossas vidas. Gratidão sempre.
Cecél Garcia
Santo André
 


Desperdício
Para muitos parece que a Covid-19 foi embora, não contamina mais ninguém e não estão nem aí com os estragos que ela ainda causa no Brasil. Alguns desses são as câmaras municipais no Grande ABC, que estão fazendo sessões solenes quase que diariamente, sem qualquer norma sanitária para diminuir os riscos de contaminação, que chega a mais de 70 mil por dia e ainda ceifando cerca de 300 vidas diariamente no Brasil. O momento agora é de evitar desperdício público com homenagens de pessoas que muitas vezes nem moram nas cidades, e utilizar o dinheiro público de forma mais adequada na saúde e outros setores para diminuir os estragos desta triste doença. Não devemos esquecer que quem paga a conta dessas sessões solenes são os eleitores, que muitas vezes nem sabem disso e muito menos qual a finalidade dessas sessões.
Maria de Lourdes Barbosa dos Santos

São Bernardo


PEC para ontem
O tempo passa, o tempo voa, mas a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para prisão após condenação em segunda instância continua, há anos, estagnada na Câmara. No Brasil a corrupção tem campo fértil. Prisão após segunda instância e até réu duplamente condenado em três instâncias está livre também na Lei de Ficha Limpa pelo STF (Supremo Tribunal Federal), pasme, com reais condições de ocupar o maior cargo eletivo do Brasil. Infelizmente está é a realidade brasileira.
Humberto Schuwartz Soares
Vila Velha (ES)

Leitura
Rápida leitura do passado recente permitiria antever o fim da Operação Lava Jato. Fiz essa leitura, mas não aceitei, nem como hipótese, entregar minha esperança de País lavado e enxaguado à imundice dos fatos. Não adiantou coisa alguma. Fizeram tudo outra vez. A corrupção foi redimida na quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014. Naquele dia, valendo-se da nova composição com o ingresso do ministro Roberto Barroso, o STF (Supremo Tribunal Federal), por seis votos contra cinco, acolheu recurso em embargos infringentes e decidiu – ora vejam só! – que no Mensalão não houve crime de formação de quadrilha. No mesmo dia, na Capital Federal, contam alguns estudiosos das ciências da natureza, a grama deixou de ser verde e choveu para cima.
Percival Puggina
Santana do Livramento (RS) 



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Comentários

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