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Região gera 5.298 vagas de emprego em maio; Santo André se destaca

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Serviços foi o setor que mais apresentou resultados no mês, com saldo de 2.914 postos; comércio ficou na segunda colocação, com 1.142


Nilton Valentim

29/06/2022 | 09:01


As cidades do Grande ABC fecharam o mês de maio com saldo (diferença entre admissões e demissões) positivo de 5.298 vagas de emprego. Santo André, com 1.919, foi a que mais se destacou no período. São Bernardo (1.520) ficou com a segunda colocação e São Caetano (855), a terceira. Os números são do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho. No País foram 277.018 colocações, resultado de 1.960.960 contratações com carteira assinada e 1.683.942 desligamentos.

Na distribuição por segmentos, serviços foi a área mais positiva, com 2.914 colocações, seguido pelo comércio (1.142) e indústria, com 696.

“O Caged comprova que os três pilares que sustentam a atração de emprego e geração de renda na cidade estão proporcionando um resultado cada vez melhor com o passar do tempo. Estes pilares são a melhoria no ambiente de negócios, a competitividade das empresas e a qualificação profissional. O conjunto dessa linha de ação que temos adotado está se mostrado uma política pública acertada, que vem demonstrando o vigor financeiro do município”, afirmou Evandro Banzato, secretário de Desenvolvimento e Geração de Emprego de Santo André.

Em abril, a região havia gerado 3.418 colocações, tendo São Bernardo na ponta, com saldo de 1.609 vagas. Santo André ficou em segundo, com 582, seguida por São Caetano, com 568. Na classificação por ramo de atividade, o destaque também havia ficado para o setor de serviços, que apresentou saldo de 1.874 vagas.

NO PAÍS

O total de trabalhadores celetistas – ou seja, com vínculo formal de trabalho e direitos e deveres regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) – aumentou 0,67% em relação ao resultado de abril deste ano, passando de 41.448.948 para 41.729.858.

Na média nacional, os salários iniciais pagos a quem foi admitido em um novo emprego em maio foi de R$ 1.898,02 – valor R$ 18,05 menor que a média de R$ 1.906,54 calculada em abril.
No acumulado do ano, foi registrado saldo de 1.051.503 empregos, decorrente de 9.693.109 admissões e de 8.641.606 desligamentos (com ajustes até maio de 2022).

Os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados registraram saldos positivos em termos de criação de empregos formais. Tal como em abril deste ano, o setor de serviços voltou a ser destaque, com um saldo de 120.294 postos celetistas. Em seguida vêm as atividades ligadas ao comércio (47.557 postos); indústria (46.975 postos); construção (35.445 postos) e, por fim, agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (26.747 postos).

Todas as cinco regiões brasileiras também tiveram saldo positivo, com destaque para o Centro-Oeste, cujo índice variou 0,94%, com um saldo de 33.978 vagas de emprego formais. Em termos absolutos, as unidades federativas com maior saldo mensal, em maio, foram São Paulo, com um resultado positivo de 85.659 postos (variação positiva de 0,67% em comparação a abril). 



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