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Dívida Pública Federal sobe 2,01% e fecha maio em R$ 5,702 trilhões, diz Tesouro



28/06/2022 | 15:43


O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) cresceu 2,01% em maio e fechou o mês em R$ 5,702 trilhões. Os dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional nesta terça-feira, 28. Em abril, o estoque estava em R$ 5,589 trilhões, alta de 0,45% em relação a março. O número de abril ainda não havia sido divulgado por conta da greve dos servidores do Tesouro Nacional.

A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 43,10 bilhões no mês passado, enquanto houve emissão líquida de R$ 69,18 bilhões. Em abril, a correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 66,27 bilhões no mês, enquanto houve resgate líquido de R$ 40,65 bilhões.

A DPF inclui a dívida interna e externa.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) subiu 2,17% em maio fechou o mês em R$ 5,475 trilhões. Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) ficou 1,71% menor no mês, somando R$ 226,27 bilhões ao fim de maio.

Em abril, a DPMFi subiu 0,32% e fechou o mês em R$ 5,359 trilhões. Já DPFe ficou em R$ 230,19, alta de 3,46%.

Parcela de títulos prefixados

A parcela de títulos prefixados na DPF subiu de 26,96% em abril, para 27,21% em maio, de acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional. Os papéis atrelados à Selic aumentaram a fatia de 36,66% em abril para 36,80% em maio.

Os títulos remunerados pela inflação caíram de 32,03% do estoque da DPF em abril para 31,80% em maio.

Os papéis cambiais tiveram redução na participação na DPF de 4,35% em abril para 4,18% em maio.

Doze meses

O Tesouro informou ainda que parcela da DPF a vencer em 12 meses apresentou aumento, passando de 20,47%, em abril, para 23,37%, em maio.

O prazo médio da dívida apresentou queda, passando de 4,00 anos, em abril, para 3,95 anos, em maio.

O custo médio acumulado em 12 meses da DPF apresentou aumento, passando de 9,53% ao ano, em abril, para 9,86% ao ano, em maio.

Participações

A participação dos investidores estrangeiros no total da Dívida Pública voltou a cair nos meses de abril e maio, ficando respectivamente em 9,32% e 9,09%. Em março, o porcentual era de 10,56%. O número de abril ainda não havia sido divulgado por causa da greve dos servidores do Tesouro Nacional.

O estoque de papéis nas mãos dos estrangeiros somou R$ 497,68 bilhões em maio, ante R$ 499,54 bilhões em abril e R$ 564,97 bilhões em março.

Em maio, a maior participação no estoque da DPMFi ficou com as Instituições Financeiras, com 29,61% em maio, ante 28,84% de abril. A parcela dos Fundos de Investimento passou de 23,19% para 23,50% em setembro.

Na sequência, o grupo Previdência passou de uma participação de 23,00% para 23,23% de um mês para o outro. Já as Seguradoras passaram de 3,99% para 4,06% na mesma comparação.

Colchão de liquidez

O colchão de liquidez da dívida pública apresentou aumento nominal de 6,85%, passando de R$ 1,037 trilhão em abril, para R$ 1,108 trilhão em maio.

Em relação a maio do ano passado, houve aumento, em termos nominais, de 6,91%.



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