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Índice de perdas no varejo cai a 1,21% em 2021 ante 1,33% em 2020, diz Abrappe



28/06/2022 | 13:03


O retorno dos consumidores às lojas fez o índice de perdas crescer em alguns setores do varejo, ainda que, no geral, tenha caído no varejo brasileiro. O indicador foi para 1,21% em 2021, totalizando pouco mais de R$ 24 bilhões, como aponta a Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe). Em 2020, o índice havia sido de 1,33%, com perdas que somavam R$ 23,26 bi. Um ano antes, a média foi de 1,36%.

No setor supermercadista, porém, as perdas aumentaram de 2,10% para 2,15%. No varejo de artigos esportivos, saíram de 0,99% para 1,12% e, no de magazines, saltaram de 0,91% para 0,94%. Já no de eletromóveis foram de 0,11% para 0,26%.

Os dados são da 5ª Pesquisa Abrappe de Perdas no Varejo Brasileiro, realizada pela Abrappe em parceria com a KPMG.

Dos 12 segmentos, quatro (supermercados, esportes, magazines e eletromóveis) registraram em 2021 um crescimento nos índices de perdas em comparação a 2020. Nos varejos supermercadista, esportes e magazine, as perdas desconhecidas foram as principais responsáveis pelo crescimento.

"A perda desconhecida, principalmente furtos (externos e internos), foram o fator de maior contribuição para esse aumento, pois em 2020 tivemos controle de acesso de clientes em razão das limitações impostas pelas prefeituras locais por conta da pandemia. Em 2021 esse cenário se normalizou ao longo do tempo, aumentando o risco de furtos nas lojas", diz Carlos Eduardo Santos, presidente da Abrappe.

Na comparação dos 12 setores pesquisados, o de supermercados, com 2,15%, é, de longe, aquele com os maiores índices de perdas do varejo. Desse total, 1,43% são oriundas de quebras operacionais e 0,72% de perdas desconhecidas, especialmente furtos. "Porém, as quebras operacionais geradas por produtos sem condição de vendas por vencimento, perecibilidade e desperdício de alimentos, além de erros operacionais na gestão de estoques, continuam sendo as principais causas das perdas no setor (66,51%)", argumenta Santos.

O crescimento das perdas no setor de eletromóveis é decorrente, por sua vez, de quebras operacionais (avarias das peças, por exemplo) por conta das crescentes vendas pelo e-commerce.



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