Fechar
Publicidade

Sábado, 25 de Junho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Diário, 64 anos de garra e trabalho!


Do Diário do Grande ABC

20/05/2022 | 23:59


A profundidade e resplendor do enfoque do campo da historiografia têm como quididade os recortes dos especialistas desenvolvidos nos cadernos variados e mui apreciados pelos leitores deste Diário. Um deles, um dos mais visitados, Empregos, disputado aos domingos. As transformações ao longo dos anos, no dia a dia, indiviso e coletivo, com diretrizes traçadas na consciência da objetividade rumo ao progresso do Grande ABC, fundamentada em atores/trabalhadores e construtores contemporâneos têm trazido respostas para o presente. Ainda assim, como podemos reconstruir o presente? Com o desenvolvimento econômico das sete cidades, pautado em projetos dromedários, quais sejam, corajosos e perseverantes no controle do tempo/prazo, valor e resultados.


Desenvolvimento econômico conceitua o fortalecimento da satisfação da coletividade, apontado pelo desdobramento dos indicadores quantitativos da economia, tais como o PIB. Vale dizer que é também propositado incremento de indicadores qualitativos no tocante à comodidade dos cidadãos. Em três visitas técnicas, nós, do Instituto Ipes, delineamos um sonho, confessado em 2018, quando da passagem dos 60 anos do Diário: a revitalização do antigo Mercado Municipal, inaugurado em 1959 e localizado à Avenida Santos Dumont 371, no município andreense. Em área de 5.200 metros, clientes e consumidores anseiam a retomada das atividades de prestação de serviços do comércio e, por que não, núcleo cultural e turístico? Sua semente atinente às feiras de guarnecimento guarda notoriedade histórica, econômica e expressa a rotina de uma localidade de um corpo social.


Os mercados públicos são recintos populares, repletos de histórias marcantes, de ações de desprendimento e de encontros familiares. O ato de comprar produtos traz intrinsicamente viagem à estação dos sabores com cores e aromas encantadores e demais saberes agregados ao longo da vida. O granel progrediu e foi forjado no futuro. Relatórios de pendores de negócios sinalizam o consumo sustentável, zero desperdício e procura dos consumidores por essa prática de aproveitamento. Estratégias de associação entre prefeituras e a iniciativa privada já demonstraram competências sustentáveis nesses acordos e podemos citar como exemplo o Mercadão da Lapa, na Capital. Ainda assim, queremos ousar, como de costume. E minimizar impactos econômicos e sociais na geração de emprego e renda. E, de quebra, transformar depósito de itens guardados (atual situação do Mercado Municipal) em recanto genuinamente pitoresco e brasileiro!

Wilma Maria Moraes é administradora e especialista em projetos PMI® e presidente fundadora do Instituto Ipes. Manoel Nunes Vieira é economista, projetista, palestrante e diretor financeiro do Instituto Ipes.


PALAVRA DO LEITOR

Corporativo – 1
O Lula e a Dilma gastavam tudo até zerar e ainda ficavam devendo para descontar no próximo, e ninguém fala nada (Flávio Bolsonaro alega que gastos do cartão corporativo do pai são para segurança). E os senadores e deputados, que também têm cartão, já investigaram onde eles gastam para saber se são verdade os valores?
Carlos Thino
do Facebook


Corporativo – 2
Seleção rigorosa para a segurança e eles são funcionários públicos. Essa familícia quer enganar quem mais? Segundo Heleno, a seleção é bastante rigorosa, até pela natureza da atividade. As indicações dos candidatos normalmente são feitas pelas chefias das forças auxiliares, entre elas polícias Federal, Rodoviária Federal e Civil, Corpo de Bombeiros, Abin (Agência Brasileira de Inteligência), além de agentes penitenciários e das próprias Forças Armadas.
Geralda Costa
do Facebook


Visita ou convocação?
Presidente se desloca mais de 1.000 quilômetros para receber (ou ser recebido) por Elon Musk. A conectividade entre escolas rurais e o controle do meio ambiente na Amazônia serve de pano de fundo, com certeza, para outras conversações do avanço internacional da política de extrema direita, bem refletidas pelo presidente Bolsonaro, que qualificou a possível compra do Twitter pelo bilionário como ‘sopro de esperança’ – entende-se como oficialização de fake news, de perfis falsos etc – caso a compra seja efetivada. Que vergonha prestar tanta atenção ao possuidor de mais de R$ 1 trilhão, e nada fazer para eliminar as causas que levam multidões de brasileiros, moradores na ‘Pátria amada’, às filas para receber poucos centos de reais que os ajudem a matar a fome e o frio.
Ruben J. Moreira
São Caetano


Casamento
Estamos chegando na época das festas juninas (Lula e Janja se casam em São Paulo). Quadrilha é o que não vai faltar, para todos os gostos, da direita à esquerda, passando pelo pula-fogueira do Centrão. Olha a cobra! É mentira! Toda a encenação já parece armada. As narrativas estão aí nas redes e vão para as ruas na campanha. Tudo para acabar no tradicional casamento da roça, com o noivo-eleitor empurrado para os braços da noiva indesejada, naquela cerimônia arranjada típica da política brasileira. E os coronéis querem porque querem Bolsonaro no poder, independentemente da vontade das urnas. Então é bom abrir os olhos se não quisermos acabar dançando nesse arraiá de bandido.
Vania Dalossi
do Facebook


Lar Bom Repouso
Por meio desta gostaria de lembrar e enviar meus parabéns aos diretores e voluntários desta instituição espírita que dia 23 de maio completa 48 anos de existência e trabalho a favor dos mais necessitados. Também, nesta oportunidade, quero parabenizar a senhora Carla e todos os seus parceiros de diretoria pelo trabalho desenvolvido nestes últimos anos.
José Frederico Pinto de Souza Mello
São Caetano


Máscaras
Não sei qual a novidade! Já sabíamos que depois do Carnaval isso aconteceria (Alta de casos de Covid faz São Bernardo voltar a recomendar uso de máscara) E, na verdade, mentiram sempre, mas quem é o genocida mesmo? Mas ninguém está preparado para essa conversa. Bando de hipócritas.
Josy Gomes
do Facebook


Mato alto
Depois a Prefeitura fala para não pôr vasos nas calçadas porque não fica mais charmoso (Mato invade escadaria na região central de Ribeirão Pires). Também fala que a rua é publica, mas fazer ninguém vem. Só para fazer um canteirinho o prestador de serviço pediu a quantia de R$ 1.500, mas dinheiro não vem fácil, tem que trabalhar um mês para receber, e ainda se tiver trabalho. Tanta gente desempregada, por que a Prefeitura não paga uma pessoa para tirar o mato?
Sonia Stecher
do Facebook 



Quer receber em primeira mão as notícias das sete cidades do Grande ABC?

Entre no nosso grupo de WhatsApp. 
Clique aqui.
 

Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.


Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;