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Acesso apenas por óculos VR? Mitos e verdades sobre o metaverso

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

18/05/2022 | 09:55


Muito se fala sobre o metaverso nas redes sociais e plataformas midiáticas. Entretanto, ainda há muitas dúvidas e desentendimentos sobre o que, realmente, é essa combinação de tecnologias. A começar pelo fato de que, apesar de ganhar os holofotes recentemente, o termo original é um pouco mais antigo. Foi criado em 1992, pelo escritor norte-americano Neal Stephenson, em seu romance “Snow Crash”.

“O metaverso não é um lugar, objeto, coisa, uma tecnologia e nem uma empresa. É uma combinação de várias tecnologias, como realidade aumentada, virtual, inteligência artificial, internet, ambiente 3D, gamificação e qualquer outra experiência imersiva, de comunicação e interação que surja pela frente”, explica Fernando Godoy, CEO da Flex Interativa, empresa especializada em experiências de imersão. “Muitas empresas estão se vendendo como metaverso, mas são apenas tentativas que não são reais – e é preciso estar atento a isso”, completa.

Para ajudar os consumidores, amantes e curiosos a entenderem o termo e seus âmbitos, o especialista lista quatro mitos e verdades sobre o metaverso. Confira!

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1. Só é possível entrar no metaverso com óculos de Realidade Virtual (VR) – Mito

Além do acesso pelo óculos de Realidade Virtual (VR), é possível acessar no metaverso por meio de plataformas, aplicativos e navegadores com o uso de um avatar, que é a representação da pessoa no mundo virtual, sendo possível que ela se movimente e se comunique pela sua própria voz, conhecida como áudio espacial.

“As pessoas confundem, porque tudo indicava que o acesso era somente por intermédio do óculos de VR, que era, até então, a tecnologia que mais possibilitava uma experiência imersiva. Só que, por meio dos óculos, muitas dessas experiências são solitárias – e o metaverso não tem nada de solitário. Ele acontece em tempo real, com várias pessoas conectadas e interagindo entre si”, aponta Fernando.

2. O metaverso não está só presente em videogames – Verdade

O mercado de games foi quem, de fato, começou a desenvolver e a evoluir esse ambiente imersivo, já que, em alguns jogos, as pessoas conversam, se divertem, assistem a shows, compram e vendem coisas, entre outras atividades. Entretanto, o metaverso não foi feito e nem é voltado somente para essa indústria. “Hoje, é possível ver varejo, prestadores de serviços e marcas fazendo ações nesse universo. Não é algo voltado só para crianças e adolescentes. É o futuro que está cada vez mais próximo”, comenta o especialista.

3. O metaverso irá mudar a economia digital – Verdade

Em função das transações NFTs (Non-fungible Token), pessoas, marcas e empresas conseguem lançar não só coleções, artes, filmes ou músicas, mas também elementos colecionáveis e outros produtos que apresentam um impacto gigantesco na economia.

“Estima-se que o metaverso irá transacionar, até 2024, cerca de US$ 800 bilhões ou até mais, já que são sete camadas distribuídas nesse universo, com várias indústrias, marcas e startups, divididas em funções distintas, que vão desde empresas de infraestrutura e de nuvem até as de experiência do usuário”, destaca Fernando, que ainda afirma que o metaverso criará novas profissões e oportunidades de emprego.

4. O metaverso não ajuda em nada na educação de jovens e adultos – Mito

O metaverso tem a chance de mudar a educação e capacitação no mundo, incluindo o Brasil. Ele irá possibilitar que um estudante ou colaborador de uma empresa aprenda, por meio de uma experiência imersiva. Entre os exemplos, será possível entrar no corpo humano e entender como ele funciona, ver uma tabela periódica de maneira real e diferente, ou mesmo voltar para Grécia Antiga ou para a Segunda Guerra Mundial.

“O avatar pode ser um protagonista, participar e entender, profundamente, como essas experiências funcionam, fazendo com que a capacidade de absorção, compreensão e aprendizado sobre o conteúdo seja exponencial e diferente de assistir a vídeos no YouTube ou palestras por videochamada”, finaliza Fernando.

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