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The Voice Kids é uma escola para cada um de nós, diz Brown

Divulgação/TV Globo Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


01/05/2022 | 09:00


Tem início neste domingo, 1.º de maio, mais uma edição do reality musical The Voice Kids, na Globo. Márcio Garcia segue no comando da atração, que conta com Thalita Rebouças, que é encarregada de revelar bastidores e conversar com os concorrentes. A equipe de técnicos traz agora a dupla sertaneja formada pelas irmãs gêmeas Maiara & Maraisa, que fazem sua estreia ao lado dos veteranos Michel Teló e Carlinhos Brown. A direção artística é de Creso Eduardo Macedo e Boninho, que é o diretor de gênero, mantém seu olhar atento para que nada fuja do planejado.

Então, tudo pronto para que The Voice Kids entre em cena com os pequenos dando o máximo para ganhar o coração dos jurados. Esse formato do reality coloca o foco em crianças com potencial artístico, que serão avaliadas pelos técnicos durante as apresentações musicais. Ao todo, começam a disputa 63 concorrentes, que terão de ser aprovados nas audições às cegas. O vencedor do programa terá direito ao prêmio em dinheiro no valor de R$ 250 mil, além de conta com gerenciamento de sua carreira e, por fim, contrato com a gravadora Universal Music.

Um dos técnicos do The Voice Kids desde a estreia em 2015, Carlinhos Brown, que completará 60 anos em 23 de novembro, reúne vasta experiência nesse gênero de reality. E isso se deve ao fato de o músico baiano ter assumido a cadeira giratória dez anos atrás, em 2012, com a função de revelar novos talentos da música quando estreou o The Voice Brasil. E aí não saiu mais de cena, integrando ainda a equipe do The Voice +. Com todo esse tempo como orientador dos candidatos, sempre carregando grande dose de emoção na hora das definições, Carlinhos Brown afirma que o importante é ter o olhar atencioso e respeitoso para cada candidato.

Sobre esta nova edição do reality The Voice Kids e a experiência nas atrações no mesmo formato, Brown respondeu, por email, a algumas perguntas do Estadão.

Como é ser técnico dos três formatos do The Voice? Tem algum significado especial para você?

Ah, tem um significado mais do que especial. Cada formato guarda suas particularidades no que se propõe, mas o mais importante são as semelhanças entre eles, pois em todos há uma premissa de proporcionar um palco e uma equipe técnica com os melhores profissionais, que deem oportunidade a vozes de todas as idades de manifestar seus talentos e nos encherem de emoções renovadoras. Ser técnico dos três formatos do The Voice é de uma honra sem tamanho, sou muito feliz com essas oportunidades.

Depois de tantas temporadas e programas com diferentes vozes, algo mudou em sua forma de ver e avaliar os concorrentes?

Estamos sempre em transformação, então nossos olhares estão sempre em um caminho de evolução também. Acredito que para nós, que somos técnicos-artistas, os momentos de avaliação dos participantes, são também oportunidades de reavaliações de nossas próprias trajetórias, escolhas, quereres e buscas.

No The Voice Kids você procura ser um pouco menos exigente com as crianças?

Não se trata de ser mais ou menos exigente, mas sim de ser ainda mais cuidadoso e atencioso com as crianças que estão ali em uma fase primordial de descobertas de si e do mundo, uma fase de conhecimento e engrandecimento vocal e, sobretudo, de edificações dos sonhos. O Kids é uma escola para cada um de nós, e o maior prazer de estar ali está nos aprendizados. Nós aprendemos muito com eles. As crianças nos ensinam a reaprender a grandeza do simples, e a beleza que reside na pureza do que é espontâneo e verdadeiro.

Você se coloca no lugar do concorrente para tentar sentir as aflições dele? Seu começo de carreira também exigiu que passasse por testes semelhantes?

Sim, e essas duas perguntas se entrelaçam em uma só resposta, que têm a empatia, e principalmente a sabedoria ancestral do respeito às diversidades das vivências e dos processos construtivos como fundamento. Cada participante está ali com toda a sua experiência de vida, oferecendo o melhor de si através de um repertório musical e também de comportamentos, tenha essa pessoa 9 ou 90 anos. São nossos espelhos ali. E o que buscamos é verdadeiramente mostrar a eles que estamos atentos, ativos na escuta de suas vozes e suas histórias, e também sempre buscando compartilhar um pouco de nossas próprias vivências para que essa troca aconteça, e eles percebam que a aflição de um artista nunca vai deixar de existir, pois os medos não desaparecem, eles são sim enfrentados. O que quero dizer com isso é que não só no início da minha carreira passei por testes semelhantes, mas estou a todo momento passando por novos testes e novas avaliações, e isso também me impulsiona a estar disposto para sempre recomeçar.

O que é importante que o concorrente mostre para conquistá-lo? As crianças são as que mais o emocionam?

A prioridade é o sentimento! É o que arrepia. Eles cantam muito! Há várias coisas que são levadas em conta. Meu conselho é que eles se preparem e não ponham peso, porque é um programa familiar com foco na criança. Estamos aqui para brincar.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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