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Santo André capacita Defesa Civil com ferramenta da ONU

Divulgação/PMSA/Helber Aggio Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Scorecard tem avaliações que permitem monitorar e analisar progressos na prevenção de acidentes


Renan Soares
Especial para o Diário

29/04/2022 | 08:27


O DPDC (Departamento de Proteção e Defesa Civil) de Santo André promoveu ontem oficina para capacitação de técnicos de diversas áreas para implementação da ferramenta Scorecard, que vai permitir análise eficaz e monitoramento das situações que necessitam de rápido atendimento das equipes em casos de catástrofes relacionadas a eventos climáticos. A ferramenta foi apresentada pelo assessor técnico de resiliência urbana da ONU (Organização das Nações Unidas) para a América Latina, Clément da Cruz.

A iniciativa é consequência do prêmio recebido por Santo André em março, quando foi reconhecida como cidade resiliente. O município participa da iniciativa Construindo Cidades Resilientes-2030 do UNDRR (United Nations Office for Disaster Risk Reduction). “Importante ter esse reconhecimento da ONU, que tem efeito prático porque a ONU não coloca só o selo, ela traz a experiência, a capacitação, como essa que foi feita”, comentou o prefeito Paulo Serra (PSDB).

O Scorecard fornece conjunto de indicadores para as cidades realizarem a avaliação de sua resiliência, os dez critérios são avaliados de acordo com dados das secretarias e áreas do município, para, assim, gerar pontuação que vai de zero a 141, e localizar os pontos que precisam ser melhorados. Os indicadores são concentrados em três categorias: governança e capacidade financeira; planejamento e preparação ante desastres; e resposta e recuperação pós-desastre.

“Santo André esteve preparada para o período chuvoso do último verão. O trabalho preventivo foi uma marca da nossa cidade e isso permitiu com que nenhuma vida fosse perdida por conta das catástrofes climáticas. A partir de agora vamos estruturar as ações pensando no verão 2023 para que possamos melhorar ainda mais esse trabalho”, destaca o prefeito Paulo Serra.

“O investimento em medidas de redução de risco de desastres é mais eficiente, eficaz e efetivo, do que a concentração de recursos exclusivamente em esforços de alívio, recuperação e reconstrução pós-desastres”, destacou a coordenadora da Defesa Civil de Santo André, Priscila Oliveira.

“Vamos institucionalizar a agenda de redução de riscos entre os municípios, com capacitação e diálogo, que é fundamental neste sentido. Sabemos que o risco de desastre é maior nas cidades e por isso nosso escritório da ONU tem essa área específica para atuar, formulando políticas públicas de gestão de risco com as cidades”, finalizou o assessor técnico de Resiliência Urbana da ONU, Clément da Cruz. 



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