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Educação para futuro próspero


Do Diário do Grande ABC

08/12/2021 | 18:36


A pandemia trouxe grandes mudanças para a nossa sociedade. Desde como trabalhamos, aprendemos, nos relacionamos, até o que almejamos para o nosso futuro. No entanto, ela só acelerou futuro que todos sabiam que estava vindo:mundo de tecnologia e realidades virtuais. Há anos especialistas já falam que as diferentes inovações seriam chave para as próximas gerações, mas estamos vivendo o começo dessa era agora. A era da quarta onda da transformação digital. Conceitos como metaverso (universo virtual onde as pessoas vão interagir entre si por meio de avatares digitais) já estão sendo abordados como o próximo passo na jornada de conexões sociais. A ‘industry X’ é a nova fase da evolução da produção, que usa tecnologias avançadas para reinventar produtos e serviços, desde o design e engenharia até a produção e suporte. Ou seja, estamos na beira de mundo de novas possibilidades e onde tudo poderá ser reinventado. Mas estamos preparados para esse futuro?


Em cenário atual de aumento de 10% na evasão no ensino superior privado em 2020, a falta de mão de obra especializada pode custar, até 2028, mais de US$ 11,5 trilhões aos países do G-20. Isso nos mostra que a parcela da população que continuar investindo em educação de qualidade – seja a sua própria, dos seus filhos ou na educação como negócio – devem ter futuro próspero com novas oportunidades criadas pelas tecnologias inovadoras. Segundo o Fórum Econômico Mundial, já em 2025 poderemos ver a criação de novos postos de trabalho para humanos e a implantação de máquinas em outros. Não é por acaso que as dez profissões em alta atualmente já são relacionadas com tecnologia. Mas não qualquer tecnologia, mas aquelas profissões que exigem alta habilidade de resolução de problemas, trabalho colaborativo, autogerenciamento e o desenvolvimento de tecnologia por meio do pensamento crítico e criativo.


Os que estão atualmente no mercado de trabalho terão que se adaptar rápido, mas as escolas de educação básica que ainda não oferecem ensino compatível com o futuro também precisarão se reinventar para preparar as crianças. O Fórum Econômico Mundial mapeou as oito características críticas que as escolas deverão ter. São elas: cidadania global, inovação e criatividade, tecnologia, habilidades interpessoais, aprendizado personalizado, acessibilidade e inclusão, ensino colaborativo baseado em problemas reais e aprendizado duradouro. Adeus para decorar o conteúdo só para a prova. Seja por causa das novas tecnologias ou das mudanças de comportamento de cada geração, a educação não pode ser estática. Ela deve sempre estar à frente do seu tempo, disposta a mudar como ensinar e antecipar tendências. Essa é a chave para o futuro.

Susan Clemesha é diretora acadêmica da Sphere International School.

PALAVRA DO LEITOR

Prioridade
Ouvi notícias de que em Roraima já tem gente na fila de espera de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e vaga clínica também. Enquanto isso, nossos ‘excelentes’ governantes ainda estão esperançosos na realização do Réveillon e Carnaval. Pode isso? Qual é mesmo a prioridade para eles? Enquanto isso, nós, meros mortais, vamos continuar fazendo o que está ao nosso alcance, cuidar da imunidade, higiene da nossa casa e, claro, usar máscaras. Vamos nos cuidar ao máximo. Deus nos proteja!
Rosângela Caris
Mauá


Bazar caro
Estive visitando o bazar de Natal do Fundo Social de Solidariedade de São Caetano e achei tudo muito caro. Por exemplo, camiseta bordada a partir de R$ 69, panos de prato bordados com motivos de Natal a R$ 89 cada. Isso não é solidariedade para quem vive com salário mínimo, como é o caso do povo brasileiro. Devia ter coisas mais baratas, que o povo pudesse comprar. Desculpe minha franqueza.
Fernando Zucatelli
São Caetano


Celso ou Duque?
Ainda em relação à proposta do vereador Márcio Colombo, de Santo André, em alterar o nome do Parque Celso Daniel, mudaram o nome do nosso herói brasileiro (já temos poucos), patrono do nosso honrado Exército, que graças ao patriotismo e amor ao Brasil, herdamos Pátria continental e pacífica. Com certeza esses maus brasileiros continuariam mudando mais nomes ilustres de nossa história e, quem sabe, mudariam até o nome de meu amado Colégio Estadual Dr. Américo Brasiliense (estudei lá), para José Dirceu ou José Genoino ou talvez com o nome do maior corrupto da história do Brasil a quem, para nosso vexame, os patrícios portugueses concederam-lhe o título de doutor honoris causa. Que todos os vereadores da Câmara de Santo André apoiem a iniciativa de Márcio Colombo e corrijam esse erro histórico, independentemente de orientação partidária, pois tenho certeza que, assim como eu, centenas de pessoas pensam da mesma forma. ‘Sigam-me os que forem brasileiros’.
Décio Maffessoni
Santo André


Caráter!
A fala do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, desconexa com a nossa realidade, me fez lembrar a frase: ‘Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder’, atribuída a Abraham Lincoln.
Tânia Tavares
Capital


Vergonha!
Que vergonha! Professores e funcionários estão comprando comida para as crianças porque não tem merenda nas escolas municipais de São Paulo. As escolas ficaram fechadas, o prefeito não teve gastos e nossas crianças, além de não terem aulas, não têm o que comer. Mas o salário das excelências está bom, né? A arrecadação continua a todo vapor. O prefeito está ciente, e daí? Quem tem fome tem pressa, assim como quem só pensa em dinheiro tem pressa em arrecadar cada vez mais. E pensar que na maior cidade da América Latina as crianças não têm o que comer e procuram a escola para, primeiro matar a fome e, depois, se possível, aprender. Não fosse o trabalho de repórteres constatar o descaso ficaria tudo por isso mesmo.
Izabel Avallone
Capital
 



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