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Príncipe Harry diz que enxerga lado bom em demissões na pandemia e é criticado: Fique quieto, por favor



07/12/2021 | 12:10


Durante uma entrevista concedida à revista Fast Company, Harry, o Duque de Sussex, de 37 anos de idade, fez declarações polêmicas e chegou a sugerir que as demissões no período da pandemia têm um lado positivo ou não tão negativo. Diante disso, um levantamento e análise das falas do duque sobre o assunto foi feito pelo Daily Mail e pelo Daily Star na segunda-feira, dia 6.

- Na verdade, descobri recentemente, por cortesia de um bate-papo com Adam Grant, que muitas das demissões que você mencionou não são todas ruins. [...] De fato, é um sinal de que com a autoconsciência vem a necessidade de mudança. Muitas pessoas ao redor do mundo estão presas em empregos que não as fazem felizes e agora estão colocando sua saúde mental e felicidade em primeiro lugar. Isso é algo a ser comemorado.

Além disso, o duque afirmou que estamos apenas no início do despertar da saúde mental.

Por conta disso, muitas pessoas não reagiram bem à última entrevista e a fala ganhou enorme repercussão na internet, levando diversas pessoas a taxar o príncipe de alienado, após sua reflexão. Uma delas, a escritora e biógrafa real Angela Levin, autora do livro de 2018 Harry: Conversations with the Prince, disse em seu Twitter:

Harry está totalmente alheio à realidade ao dizer para as pessoas saírem de seus empregos se tiverem problemas de saúde mental. Nem todo mundo tem 30 milhões de libras nos bancos. Eu me pergunto se ele daria o mesmo conselho às pessoas cuja saúde mental piorou com o casamento. Fique quieto H, por favor.

As demais críticas seguem a mesma linha de indignação, com muitos ressaltando o fato que a maioria da população não pode simplesmente largar um trabalho e abandonar seu meio de sustento.

- Embora eu concorde que nenhum de nós deve ficar preso em um trabalho que odiamos, pedir demissão sem um fundo de emergência ou um trabalho substituto alinhado seria imprudente. Nem todos nós temos um fundo para recorrer. Além das preocupações imediatas sobre como você pagaria suas contas, existe o risco de que, se você entrar em dificuldades financeiras, possa prejudicar sua classificação de crédito e, portanto, seu futuro financeiro de longo prazo, disse Scott Gallacher, diretor da empresa Rowley Turton em Leicester, ao MailOnline.



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