Fechar
Publicidade

Sexta-Feira, 28 de Janeiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Foque nos benefícios corporativos


Do Diário do Grande ABC

06/12/2021 | 23:59


Você piscou e estamos no último mês do ano. Para quem lida com gestão de pessoas, dezembro é crucial para o fechamento de orçamento e a organização do que será prioridade para o próximo ano. É momento importante para visualizar novas oportunidades, possibilidades, tendências e cenários futuros, aumentando o grau de previsibilidade e permitindo antecipar ações. Uma das questões mais importantes é reter talentos e diminuir o turnover (rotatividade de pessoal), e isso é sempre desafio.


No passado, os profissionais procuravam muito mais por estabilidade e, exatamente por isso, a rotatividade de funcionários era muito menor. Hoje, após perceberem que a tão sonhada estabilidade é mais difícil, procuram por saúde física e mental, tempo para lazer e família e, acima de tudo, benefícios que sejam realmente atrativos.


Pesquisa realizada pelo Insper (instituição de ensino superior brasileira) mostrou que 90% das pessoas acreditam que os benefícios corporativos são o principal fator de motivação para permanecerem ou não em um emprego. Ou seja, eles são a prioridade, e não algo secundário. O primeiro ponto que deve ser observado antes de reservar parte do orçamento para os benefícios corporativos é fazer isso em conjunto com os colaboradores. Quando o turnover é baixo, ou está sob total controle, isso mostra a saúde organizacional e deixa os funcionários mais satisfeitos e seguros.


Muitas vezes, o que você acredita ser excelente benefício, não é exatamente o que as pessoas estão buscando, então, utilize a comunicação a seu favor. Em alguns casos, os colaboradores podem estar planejando começar a estudar no próximo ano, então pense em como pode ajudá-los a conseguir descontos em cursos e graduações, por exemplo. Ou quem sabe a procura maior seja por benefícios em academias, ou em consultas com psicólogos? Deixe que as pessoas façam parte dessa construção.


No atual cenário ‘pós-pandemia’, com quase 50% da população brasileira vacinada com as duas doses, é importante refletir sobre o bem-estar do colaborador em 2022, e isso também passa por questões que permeiam a cabeça de todo funcionário: horários flexíveis, sistema híbrido ou home office? Esses detalhes também devem ser decididos antes do fim do ano, afinal de contas, isso muda a vida das pessoas. Priorize as necessidades dos seus colaboradores e seja criativo ao montar o seu planejamento de 2022, pois isso irá impactar no futuro da empresa.


Permita evoluir e desenvolver de forma estratégica, pense em cada indivíduo como pessoas, e não como mais um número. Permita a inovação e permita se reinventar, todos os dias.

Marco Ferelli é fundador da empresa Allya.


PALAVRA DO LEITOR

De 21 para 27, não!
De 21 para 27 vereadores? Tal medida não se justifica, pois reajustaram recentemente a planta de valores, o que se presume para fazer frente aos problemas do município, uma vez que, com isso, deve aumentar a arrecadação dos impostos e, em consequência, tributar ainda mais as pessoas da cidade. Não ficaria bem todo esse esforço sendo desviado para sustentar mais vereadores e assessores contra a vontade da população. Além disso, estão esquecendo da falta de espaço para novos gabinetes na Câmara. E aí, o que fazer? É possível, ampliando o prédio? Quanto vai custar essa reforma? Há necessidade disso? É prioridade? Perguntaram se a população está disposta a pagar essa conta? Esquecem que Santo André já é endividada, que não consegue pagar suas dívidas de precatórios, principalmente por irresponsabilidades do passado. E aí, piorar a situação é o remédio? Acredito que esteja havendo grande equívoco, por parte dos vereadores que defendem essa infeliz tese, e também daqueles que ficam quietinhos. Que tal repensá-la? A lei pode até permitir, mas não manda fazer.
Filogônio Rodrigues de Oliveira
Santo André


Celso ou Duque?
Parabéns ao vereador Márcio Colombo, de Santo André, pela louvável iniciativa de resgatar o nome de nosso lindo e importante parque (espaço de lazer e esportes) situado entre as avenidas Dom Pedro e Industrial. Antes de sua desapropriação pela Prefeitura era chamado de Chácara da GE (General Eletric) e passou a ser denominado oficialmente de Parque Duque de Caxias, em homenagem a Luís Alves de Lima e Silva (1803-1880), que foi chamado de ‘O Pacificador’ e ‘Duque de Ferro’. Liderou o Exército Brasileiro nas guerras Cisplatinas e do Paraguai. Conquistando Assunção em 1869. Apaziguou o Sul do Brasil após dez anos de sangrentas lutas na chamada Revolução Farroupilha ou Guerra dos Farrapos. Para nossa imensa tristeza e revolta governos dos ‘petralhas’, não satisfeitos só em saquear os cofres públicos e com planos de permanência por muitos anos no poder e enriquecer os cumpanheros, também decidiram homenagear pessoas em evidência no PT, dando nome a escolas e praças a pessoas de duvidosa honra.
Décio Maffessoni
Santo André


Carnaval 2022
Diante de mais de 615 mil brasileiros vítimas fatais do coronavírus, a maioria das nossas capitais decidiu preservar vidas ao cancelar o Carnaval. Predomina a sensatez. Vida só tem uma.
Humberto Schuwartz Soares
Vila Velha (ES)


Incompetência
Quando recebemos a notícia de que os prefeitos deixaram de investir R$ 15 bilhões em educação dá para entender por que a educação de nossas crianças está no fim da fila, colhendo resultados pífios. Quando a pandemia chegou, nenhum professor sabia dar aula on-line. Na iniciativa privada professores aprenderam em uma semana. E escolas públicas? Fecharam as portas e esqueceram do compromisso com famílias, crianças e professores. Por que alunos não receberam tablets prometidos? Por que professores não foram treinados? Na escola privada se o aluno não tem aula o pai troca de escola. E na pública, para onde corre? Agora os prefeitos estão preocupados, não com a educação, mas como não serem punidos. É a incompetência exposta. Pobre Brasil!
Izabel Avallone
Capital


Prédio
Gostaria de saber qual o motivo de a Secretaria de Segurança de São Bernardo se mudar para prédio na Rua Marechal Deodoro, sendo que em consulta pública se constata que o imóvel é da Fazenda Pública do Estado, com cessão de uso à Secretaria de Saúde! Para a mudança fizeram reforma em local que já havia sido reformado em 2017. Ficam as seguintes questões que peço esclarecimento: 1 – como fica o fato de que o imóvel deve ser utilizado pela Secretaria de Saúde? 2 – reformaram em 2017 e reformam novamente agora. Por que duas reformas? 3 – o antigo prédio da pasta de Segurança será vendido? É desperdício de dinheiro público deixar prédio e terreno daquele tamanho abandonados bem no Centro da cidade.
Janaina da Silva
São Bernardo 



Quer receber em primeira mão as notícias das sete cidades do Grande ABC?

Entre no nosso grupo de WhatsApp. 
Clique aqui.
 

Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.


Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;