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Mercado em alta é garantia de empregos na construção

Celso Luiz/ DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Associação que reúne empresas do setor estima, inclusive, a possibilidade de falta de profissionais para as obras


Nilton Valentim
Do Diário do Grande ABC

02/12/2021 | 00:01


O setor da construção civil gerou 17.236 vagas com carteira assinada no País durante o mês de outubro e, no acumulado do ano, 284.544 postos de trabalho. No Grande ABC, o segmento foi o terceiro em que mais ofereceu oportunidades, com saldo de 366 empregos, segundo os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Previdência. E a tendência é que para o próximo ano essa oferta cresça ainda mais.

“Vai ter mais empregos, corre-se até risco de apagão de mão de obra, como ocorreu em 2010”, afirma Milton Bigucci Júnior, presidente da Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC), responsável pela diretoria regional do Grande ABC do Secovi (Sindicato da Habitação) e diretor técnico da MBigucci.

O otimismo se baseia no desempenho do mercado durante este ano. Ele destaca a empresa que comanda. A intenção era promover quatro lançamentos. Entretanto, a companhia da região vai fechar o ano com oito novos empreendimentos. “No setor imobiliário os empregos chegam depois. Os imóveis foram lançados e vendidos. Agora é preciso que a obra seja executada e aí é que surgem as contratações”, explica o empresário.

Segundo Bigucci Júnior, ainda não faltam trabalhadores, entretanto, para algumas funções específicas, como carpinteiros, ceramistas e gesseiros, já está mais difícil encontrar profissionais. “O mercado está contratando e ano que vem isso tende a aumentar por causa dos muitos lançamentos ocorridos. E isso é bom porque mostra a força do setor”, comenta o empresário.

Bigucci Júnior diz que não consegue fazer projeções sobre a quantidade de vagas que serão geradas, mas se mostra bastante otimista. “Somente com os lançamentos ocorridos em 2021 já é possível assegurar empregos no próximo ano. Mas eu acho que os lançamentos não vão diminuir”, afirma.

Apesar de a inflação estar em alta, o empresário aposta na manutenção do mercado aquecido. “ Mesmo com a Selic (taxa básica de juros) subindo, as taxa dos bancos continuam mais baixas. Mas tem uma coisa que poderia ajudar ainda mais o nosso setor, que seria uma análise de crédito menos criteriosa por parte das instituições financeiras”, comenta.

No Grande ABC, o saldo geral de empregos foi de 3.608 postos em outubro, segundo os números do Caged. No ano, foram 35.236 vagas. 



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