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Palmeiras derrota o Flamengo na prorrogação e leva segundo título seguido da Libertadores

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Raphael Veiga, no tempo normal, e Deyverson, na prorrogação, marcaram gols do título histórico


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

27/11/2021 | 19:35


Pela terceira vez na história o Palmeiras conquistou o título da Libertadores. Neste sábado, contra o Flamengo, no lendário Estádio Centenário, em Montevidéu, o torcedor teve de esperar até a prorrogação para soltar o grito. No tempo normal, Raphael Veiga e Gabigol balançaram as redes. No tempo extra, o contestado Deyverson, que havia acabado de entrar, aproveitou falha de Andreas Pereira, que errou saída de bola, e deu números finais ao duelo: 2 a 1.

Campeão em 1999, 2020 e agora em 2021, o Palmeiras se junta a Grêmio, São Paulo e Santos na lista dos brasileiros que mais venceram a competição. Além disso, quebrou tabu de quatro anos sem derrotar o rival carioca. Abel Ferreira, com a sua terceira taça, a segunda da maior competição da América do Sul, entra para o rol dos grandes técnicos do torneio.

O duelo que reuniu os últimos campeões continentais foi à altura da importância das equipes e do tamanho das torcidas. Os rubro-negros foram maioria no Centenário e ocuparam quase toda a parte central das arquibancadas, além de seu setor. Mas os palmeirenses cantaram alto. Entre eles Nickollas Grecco e Silvia Grecco. A dupla ficou famosa depois que câmeras de televisão flagraram a mãe narrando os jogos do Verdão para o filho, que é deficiente visual e tem autismo. Amuletos, eles entraram no gramado para celebrar com o time.

A festa palmeirense, aliás, foi linda. Jogadores muito criticados pela torcida, como Deyverson e Luiz Adriano, passaram a ser reverenciados, assim como o técnico Abel Ferreira, que virou unanimidade. Os atletas fizeram questão de ir até onde estavam os palmeirenses no estádio para grito em uma só voz.

Autor do primeiro gol, Raphael Veiga extravasou e lembrou do que tempo e que era mais um na arquibancada. “Sensação única, é inexplicável. Já estive do lado da torcida, agora posso jogar e ajudar de outra maneira. Fico feliz não só pelo gol, mas por duas Libertadores no mesmo ano. Ninguém vai fazer isso em anos e anos. Estou muito feliz”, disse o camisa 23, referindo-se às edições de 2020 (cuja final foi disputada em janeiro de 2021) e a de 2021, conquistada ontem. (com Agências)



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