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Como evitar ações cibercriminosas?


Do Diário do Grande ABC

25/11/2021 | 23:59


Em razão do seu crescimento consistente e acelerado, bem como da possibilidade de acesso a dados pessoais sensíveis, o setor de saúde tem sido um dos principais alvos dos cibercriminosos. Esse cenário tem forçado a necessidade de aperfeiçoamento da postura de segurança de informações, de forma a preparar melhor as organizações para minimizar as vulnerabilidades dos ambientes de TI (Tecnologia da Informação), o que inclui o cuidado com a gestão de acessos e os backups, dentre outros domínios. Realizar as adequações para acompanhar a expansão nem sempre é trivial, pois estamos falando de serviços de alta disponibilidade, cujas ações que demandem uma parada ou operação em contingência precisam ser muito bem planejadas. Além disso, as fontes e as superfícies de ataques são as mais diversas, sobretudo com a massiva adoção do trabalho remoto, que possibilitou aos cibercriminosos dar mais foco a ações que fogem do escopo de proteção das empresas. Neste cenário, camadas de proteção tradicionais como firewalls e antivírus corporativos não são mais suficientes. Os desafios, agora, passam por temas diversos, nos quais destacam-se três grandes preocupações:


– Conscientização em segurança da informação: o elo mais frágil nesse processo é o ser humano. Portanto, a organização deve se preocupar em desenvolver um plano forte de conscientização de segurança da informação e privacidade de dados.


– Home office e seus desdobramentos: para que o trabalho remoto seguro seja bem implementado, precisamos ter visão do papel do funcionário e, em mesmo patamar de importância, a participação efetiva da empresa. Diretrizes que envolvem a jornada de trabalho do colaborador e processos de negócio devem ser considerados em corpo de normativos com políticas e procedimentos padrões de boas práticas para o tema.


– Requisitos tecnológicos: devem ser implementados e monitorados para garantir o mínimo de segurança adequada, visando não só a proteção dos equipamentos, mas principalmente das informações que por eles trafegam e estão armazenadas.


Tudo deve ser controlado por meio de estrutura que realiza o monitoramento contínuo dos eventos de segurança, somado à definição dos processos e das responsabilidades internas que sustentem esse arcabouço tecnológico.


Existem boas práticas para implementar medidas que combatam ataques cibercriminosos. Programa contínuo de treinamento e conscientização em segurança da informação ajudará a elevar a postura de proteção e privacidade de dados de usuários, assim como olhar específico sobre requisitos tecnológicos já disponíveis e aqueles que ainda precisam ser planejados e implementados.

Helder Assis é gerente de cyber segurança e de privacidade de dados na empresa ICTS Protiviti.


PALAVRA DO LEITOR

Suely Nogueira
Dia 23 morreu em São Caetano, às 12h, grande guerreira, que conhecia há mais de 20 anos, a nossa querida vereadora Suely Nogueira, após tratamento medico (Política, dia 24). Infelizmente faleceu grande batalhadora da causa da consciência negra e dos cultos afro-brasileiros. Nossa guerreira, descanse em paz, e saiba que, onde você estiver, sua estrela estará brilhando e piscando para todos nós. Axé, para você e à sua família.
Fernando Zucatelli
São Caetano


Culpa do Legislativo
Duas demoras gravíssimas por culpa do Legislativo. A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da prisão em segunda instância há dois anos dormita na Câmara. A outra é a tardia sabatina pelo Senado para aprovar ou não o postulante ao cargo de ministro no STF (Supremo Tribunal Federal). No Brasil da impunidade tais demoras são aliadas de condenados.
Humberto Schuwartz Soares
Vila Velha (ES)


21 para 27, não! – 1
Beija-mão foi costume da monarquia portuguesa herdado pela corte imperial brasileira. Era cerimônia em que o monarca se colocava em contato direto com o vassalo, o qual, depois da devida reverência, podia aproveitar a ocasião para solicitar alguma mercê. Aqui, pelas terras de João Ramalho, a prática continua a existir, onde o vereador solicita ao Executivo um serviço qualquer para sua base eleitoral, asfaltamento, iluminação pública, semáforo etc, serviços que normalmente já seriam executados sem a interferência dele. Após a realização, postam em redes sociais ou colocam faixas pelo local agradecendo ao prefeito e enaltecendo o fato de que o serviço foi feito a seu pedido, numa burlesca forma de propaganda eleitoral antecipada e em clara tentativa de convencer incautos eleitores sobre a necessidade de sua reeleição. Hoje, temos 21 praticantes dessa inutilidade e, se não houver reversão da repugnante aprovação do aumento para 27 cadeiras, serão mais seis a praticarem-na.
Vanderlei A. Retondo
Santo André


21 para 27, não! – 2
Assim como diversos leitores deste Diário, também me coloco na condição de revoltado com a decisão de aumentar o número de vereadores em Santo André para 27. Atitude onerosa, desnecessária, imoral e que não há o menor cabimento. Tantos problemas a serem resolvidos, tanta dificuldade, a população sofrendo e decidem disponibilizar mais seis vagas para desocupados se aproveitarem e rirem da nossa cara?! Chegamos ao ponto em que a falta de vergonha escancara a classe política brasileira e todos nós somos feitos de otários. Vivemos crise interminável, pandemia que vem tirando a vida de inocentes e a preocupação das autoridades é em aumentar o número de vereadores? Gente, onde vamos parar com tantas mazelas, hipocrisia e o absurdo de as autoridades concordarem com essa insanidade. Será que a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) não pode intervir nesse abuso? Quando se pensa que a caótica trajetória do Brasil não tem como afundar mais, nos deparamos com esse tipo de atitude. Quando será que teremos políticos decentes neste País? É o fim. O que mais se pode esperar?
Manoel Borges
Santo André


Contra violência
Mais um ano! E continuamos no enxuga gelo. Arrisco-me a dizer que retrocedemos, e muito. Em tempos de pandemia mundial e de Bolsonaro, a violência contra a mulher é questão de segurança e saúde públicas, pois é epidemia. Nunca se escancarou tanto e naturalizou-se tanto tal crime. Ontem, 25 de novembro, comemorou-se o Dia internacional de Combate à Violência Contra a Mulher, e mais do que pedir por delegacias 24 horas e medidas protetivas, precisamos reivindicar políticas públicas para as mulheres, que passem desde educação a desenvolvimento econômico. A desigualdade gritante entre homens e mulheres neste País é a maior e a mais grave violência. A desigualdade é o pilar de sustentação da violência. Queremos igualdade, respeito, liberdade, dignidade. Queremos viver. Basta! Respeito às ‘minas’.
Marcia Garcia
Santo André 



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