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Mude o rumo da empresa com a equipe


Do Diário do Grande ABC

25/10/2021 | 23:44


O empresário precisa notar cada vez mais as habilidades não só técnicas, mas também emocionais e comportamentais do seu time. Ambiente de trabalho passou por transformações geradas pela pandemia e essas habilidades, que vão além de técnicas, se tornaram ainda mais fundamentais. Esses impactos trouxeram ainda mais desafios para a sociedade como um todo, e quanto aos colaboradores, nas chamadas hardskills (habilidades facilmente aprendidas e ensinadas) e softskills (habilidades comportamentais), com o aspecto emocional e as habilidades como resiliência ganhando mais espaço. Para se ter a ideia, em decorrência da pandemia, o INSS (Instituto Nacional de Previdência Social) espera aumento expressivo nas estatísticas de pedidos de benefícios por doenças laborais em 2021. A concessão de auxílio-doença e da aposentadoria por invalidez, por exemplo, aumentou 26% em 2020 em relação a 2019.


Tão importante quanto manter clientes ativos, formar equipe está entre os dois principais desafios de todo empresário. Já foi comprovado que, quanto melhor é o emocional e o psicológico da pessoa, melhores resultados ela produz. Funcionários e clientes são pessoas, e é preciso saber lidar com elas. Nessa direção, o empresário precisa ter também habilidade de comunicação e de liderança para poder formar equipe que se relacione bem com os seus clientes. Lembramos que se contrata pela técnica e se demite pelo comportamento. Só que é mais fácil fornecer conhecimento do que mudar hábito. Embora não seja o objetivo principal da empresa, que tem como meta principal atender expectativas dos clientes, desenvolver o colaborador passa a ser um dos objetivos também, principalmente para quem atua na prestação de serviços, pois ‘compra-se’ conhecimento e tempo da equipe. O gestor precisa dar feedback, auxiliar no desenvolvimento técnico, mas jamais esquecer do comportamental e do emocional, incentivando na direção em que deve ir. Equipe alinhada muda o rumo de toda empresa.


O time do financeiro é estratégico na tomada de decisão – e erro muito comum no âmbito da empresa é quando não aproveita esse setor. Trata-se de departamento que, geralmente, realiza atividade meio dentro dos negócios. Por vezes, fica muito no operacional, sem postura mais gerencial, estratégica, o que pode deixá-lo sem poder de decisão dentro das organizações. Por isso, cabe aos sócios, ao advogado, ao empresário, desenvolver e dar voz a quem está dentro do departamento, que é coração do negócio. Elas precisam estar bem, treinadas e integradas à empresa. Afinal, o financeiro também produz informações valiosas para a tomada de decisão.
 


Beatriz Machnick é contadora, especialista em controladoria e finanças, mestre em governança e sustentabilidade, sócia-fundadora da BM Consultoria em Precificação e Finanças e escritora.


PALAVRA DO LEITOR

Viaduto – 1
oda solidariedade à iniciativa da troca de nome do viaduto que leva, na atualidade, o nome de triste lembrança do primeiro ditador do regime militar, em Santo André (Política, dia 23).
Antonio de Andrade
Santo André


Viaduto – 
Oportuna iniciativa, que aplaudo e apoio inteiramente.
José de Souza Martins
Santo André


Viaduto – 3
O projeto de lei do vereador Ricardo Alvarez, substituindo o nome do Viaduto Castelo Branco pelo de Antonio Possidonio Sampaio, alcança dois objetivos:<TB>o primeiro, de substituir o atual nome, de triste memória, vinculado à ditadura militar (1964-1985) e, o segundo, de homenagear um dos varões ilustres da história do Grande ABC. Possidonio publicou 14 livros, entre os quais obra que denuncia a violência da ditadura militar contra os direitos humanos e os processos de ‘reeducação’ e de ‘recuperação’ a que foram submetidos os suspeitos e os inimigos do regime. Este romance foi publicado em 1977, após a morte do jornalista Wladimir Herzog, em 1975. Foi o vencedor do Primeiro Concurso Escrita de Literatura, promovido pela Revista Escrita. A Alpharrabio Edições lançou a segunda edição em 1997 em comemoração à primeira. Essa obra contribui para a autoafirmação literária da região e garante a permanência de Possidonio na memória e na história da nossa região.
Alexandre Takara
Santo André


Viaduto – 4
Possidonio, presente! Gostaria de responder aos caros leitores deste Diário Arlindo Ligeirinho Ribeiro (Viaduto, dia 25) e Vanderlei A. Retondo (23), que a sugestão pela troca do nome do Viaduto Castelo Branco se dá justamente pela história deste que foi o primeiro presidente da ditadura militar que vigorou no País a partir do golpe de 1964 e foi responsável pela morte, tortura e desaparecimento de centenas de pessoas no País. O projeto, que vai além da troca do nome de viaduto, visa levantar a discussão sobre homenagens indevidas e desconstruir a mentalidade de que certos personagens, sobretudo torturadores notórios, possam ser homenageados no Brasil. A sugestão do nome do escritor, advogado, jornalista e intelectual Antonio Possidonio Sampaio, este sim merecedor de homenagem, chegou ao nosso gabinete por meio de alguns ativistas culturais da nossa cidade. A cultura foi uma das frentes de atuação deste baiano radicado em Santo André, que lutou ao lado de trabalhadores e trabalhadoras contra os desmandos da ditadura na nossa região. Ditadura nunca mais!
Ricardo Alvarez,
vereador de Santo André


Dever de casa
O Brasil está de pires na mão devido à pandemia e quer alterar o Imposto de Renda pessoa jurídica e pessoa física e dividendos, mas não precisará se o governo fizer o ‘dever de casa’ – que é extinguir fundos partidário e político, reduzir a pesada máquina pública e o excesso de penduricalhos dos invejáveis salários nos três poderes; férias só de 30 dias no Judiciário e o Legislativo funcionando de segunda a sexta-feira, viagem 0800 às suas bases só no último fim de semana do mês – e sobrará recursos para o Auxílio Brasil e para investir. O benefício será enorme sem os fundos partidário e político; tornará governável o Brasil, pois, em pouco tempo, tende a reduzir de 33 partidos para uns seis. É a forma sensata de priorizar o Brasil sem aumentar a já pesada carga tributária.
Humberto Schuwartz Soares
Vila Velha (ES)


Recessão
Só notícia ruim e desolação nesta era Bolsonaro! Como a da projeção divulgada por analistas do Banco Itaú, que em 2022 teremos recessão econômica e mais desemprego. Ou seja, PIB (Produto Interno Bruto) negativo de 0,5%! Nas projeções anteriores de especialistas de mercado já se falava em crescimento econômico abaixo de 1%. Mas, como este desgoverno só produz crises e toma decisões absurdas, cada dia mais afugenta investidores. Na última tacada populista de Bolsonaro, diga-se, de total desrespeito ao equilíbrio fiscal, dá aval ao Congresso para que seja furado o ‘teto de gastos’, com objetivo de poder turbinar valor de R$ 400 como pagamento mensal aos beneficiários do Bolsa Família, agora Auxílio Brasil, e até de inédito ‘bolsa caminhoneiro’. O que indigna é que o governo teria outras saídas para dar esse benefício, mas despreza. E o Congresso? Será cúmplice desse escárnio?
Paulo Panossian
São Carlos (SP) 



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