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Grupo para instalar código de ética é estendido

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Na Câmara de Mauá, bloco que discute criação de regras parlamentares vai durar mais 45 dias


Raphael Rocha
do Diário do Grande ABC

25/10/2021 | 23:04


O presidente da Câmara de Mauá, Zé Carlos Nova Era (PL), prorrogou por 45 dias a validade da comissão instalada na casa para discutir a implementação do código de ética e de decoro parlamentar.

O grupo foi instituído no fim de setembro, com validade de um mês. A dilação de prazo se fez necessária porque, no período, apenas uma reunião formal foi realizada – na sexta-feira.

Participam da comissão, além de Nova Era, os vereadores Admir Jacomussi (Patriota), Alessandro Martins (PDT) e Junior Getulio (PT).

A comissão foi aberta depois do episódio em que o vereador Sargento Simões (Podemos) acusou os colegas de receberem propinas para arquivar CPIs indigestas ao governo do prefeito Marcelo Oliveira (PT). A declaração foi feita na tribuna e minutos antes de o Legislativo derrubar a abertura de pedido de impeachment formulado por Simões contra Marcelo, acusando o petista de segurar a aplicação das vacinas contra Covid feitas pela Janssen (de dose única) para imunizar filiados ao PT.


“Sei que tem vereador que quis assinar CPIs e outros pedidos, mas não faz. Está ganhando dinheiro. Não tem outra explicação. É interesse financeiro em detrimento dos pobres, daqueles que menos têm”, disparou Simões, na sessão do dia 14 de setembro. “Estou c... e andando. Não estou nem aí para quem acha que quero aparecer.”

No mesmo dia, Nova Era recebeu reclamações de parlamentares e adiantou que abrir a comissão para instaurar um código de ética na Câmara era algo plausível.

Outra comissão que teve prazo estendido foi a da crise hídrica, formada por Renan Pessoa (Avante), José Afonso Madeira (Patriota) e Irmão Ozelito (PSC). O bloco foi formalizado para apurar a falta d’água em diversos bairros de Mauá.

O grupo foi instituído em julho e tinha 90 dias de prazo. Nova Era prorrogou os trabalhos por mais três meses. 



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