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Coréias não conseguem manter política de reaproximação


Do Diário OnLine

18/08/2003 | 11:20


A Coréia do Sul disparou tiros de alerta contra um barco norte-coreano que invadiu seu espaço marítimo, disse a CNN. O incidente aconteceu a apenas nove dias do encontro para discutir sobre as ambições nucleares da Coréia do Norte.

Em contrapartida, a Coréia do Norte cancelou o envio de uma delegação de 200 pessoas ao país vizinho para disputar uma competição em Daegu, terceira maior cidade sul-coreana, como parte dos Jogos Universitários Mundiais, por falta de segurança. Os norte-coreanos disseram que o país era muito perigoso e não poderiam garantir a segurança de seus cidadãos, segundo a BBC.

O governo comunista de Pyongyang também reclamou, em um comunicado, de protestos contra a Coréia do Norte realizados na semana passada. Cerca de 5 mil manifestantes saíram às ruas de Seul na sexta-feira criticando o programa nuclear do país vizinho e queimando bandeiras norte-coreanas.

A Coréia do Norte repetiu nesta segunda-feira que não irá acabar com seu programa nuclear se os Estados Unidos não abandonarem sua política hostil com o país. A agência norte-coreana KCNA disse que Pyongyang espera que os Estados Unidos assinem um pacto de não-agressão, estabeleçam relações diplomáticas e não atrapalhem o comércio internacional da Coréia do Norte

A reunião entre Coréia do Norte, Estados Unidos, China, Russia, Japão e Coréia do Sul está programada para começar dia 27 de agosto.



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Coréias não conseguem manter política de reaproximação

Do Diário OnLine

18/08/2003 | 11:20


A Coréia do Sul disparou tiros de alerta contra um barco norte-coreano que invadiu seu espaço marítimo, disse a CNN. O incidente aconteceu a apenas nove dias do encontro para discutir sobre as ambições nucleares da Coréia do Norte.

Em contrapartida, a Coréia do Norte cancelou o envio de uma delegação de 200 pessoas ao país vizinho para disputar uma competição em Daegu, terceira maior cidade sul-coreana, como parte dos Jogos Universitários Mundiais, por falta de segurança. Os norte-coreanos disseram que o país era muito perigoso e não poderiam garantir a segurança de seus cidadãos, segundo a BBC.

O governo comunista de Pyongyang também reclamou, em um comunicado, de protestos contra a Coréia do Norte realizados na semana passada. Cerca de 5 mil manifestantes saíram às ruas de Seul na sexta-feira criticando o programa nuclear do país vizinho e queimando bandeiras norte-coreanas.

A Coréia do Norte repetiu nesta segunda-feira que não irá acabar com seu programa nuclear se os Estados Unidos não abandonarem sua política hostil com o país. A agência norte-coreana KCNA disse que Pyongyang espera que os Estados Unidos assinem um pacto de não-agressão, estabeleçam relações diplomáticas e não atrapalhem o comércio internacional da Coréia do Norte

A reunião entre Coréia do Norte, Estados Unidos, China, Russia, Japão e Coréia do Sul está programada para começar dia 27 de agosto.

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