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Consórcio é a quem pensa no futuro


Do Diário do Grande ABC

19/10/2021 | 23:59


Os últimos meses foram marcados por mudança significativa em muitos setores da economia, e o consórcio foi um deles, que ganhou os holofotes como alternativa mais segura aos financiamentos, que passaram a ter juros altos, se tornando inviáveis para parte da população. O segmento atingiu, durante a pandemia, 8 milhões de consorciados ativos em todas as administradoras de consórcios do Brasil. De acordo com a Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), só no segmento imobiliário os consórcios tiveram aumento de 68,9% nas cotas vendidas de janeiro a julho de 2021, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Além das altas taxas de juros, das quais os consumidores querem fugir, o consórcio representa hoje ação de planejamento financeiro. O Brasil é País que está há gerações com a população endividada. Dados divulgados em agosto de 2021 mostram que o percentual de famílias brasileiras com dívidas atingiu 72,9%, segundo a Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), divulgada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). Ou seja, o momento não é de comprar, mas sim de se organizar.

Mas o endividamento não é o único fator que torna o momento propício para os consórcios. O aumento dos preços também é vilão. Bens como imóveis e carros tiveram alta expressiva nos valores, e isso faz com que aquisição desse nível exija planejamento maior e, para aqueles que podem esperar, a tendência é de baixa nos preços.

Vale dizer que, apesar da alta recente, a utilização dos consórcios não é algo novo no País. O segmento existe há cerca de 60 anos e a sua popularidade pode ser explicada pela possibilidade de investir e realizar sonho sem comprometer o orçamento mensal. O consórcio é fácil de participar, principalmente por não existir entrada ou parcelas intermediárias, que são aquelas mensalidades mais caras, a serem pagas em determinados períodos, muito comuns nos financiamentos. Se você falar em planejamento para a aquisição e analisar como funcionam os consórcios, você poderá entender melhor o crescimento do setor no último ano: o consórcio é opção lógica para a cadeia de consumo nacional.

E é por isso que, mesmo com o reaquecimento da economia, a opção não ficará de lado pelos brasileiros, o consórcio é poupança programada, planejamento financeiro e instrumento de educação financeira, que pode ser utilizado a favor do cidadão. A retomada das atividades econômicas cria expectativa de que o segmento de consórcios se fortaleça ainda mais a partir do momento em que as pessoas tenham mais dinheiro no bolso para adquirir suas cotas.


Fernando Lamounier é diretor da empresa Multimarcas Consórcios.


PALAVRA DO LEITOR

Chega de fake news
Acho que está na hora de o presidente Bolsonaro rever aquele ‘acordo’ que teve a participação do ex-presidente Michael Temer como mediador junto ao STF (Supremo Tribunal Federal) para que houvesse trégua entre ambas as partes, ou seja, negociação, para ‘inglês ver’. Mas parece que o fogo não foi bem extinto, pois, pelo que estamos vendo entre as partes, a brasa ainda fumega debaixo das cinzas. Portanto, está na hora de governo e imprensa, escrita, falada, televisiva, enfim, todos os meios de comunicação, pararem de dar tantas informações falsas, ou seja, tanta hipocrisia, achando que o povo continua bobo e desinformado.
Sérgio Antônio Ambrósio
Mauá


Sociedade
Os políticos corruptos, em todos os níveis, criaram a forma de coligação eleitoral para conquistar a maioria do eleitorado brasileiro não politizado, como também por meio de programas populistas, tomando e aparelhando o Estado no intuito de permanecerem no poder ad aeternum (que dura eternamente). Vivemos tempo sombrio, época de vale-tudo. Desapareceram os homens públicos íntegros. Foram substituídos pelos políticos profissionais. Todos querem enriquecer a qualquer custo. E rapidamente. Não importa os meios garantidos pela impunidade, sabem que, se forem apanhados, têm sempre banca de advogados interlocutora de Poder Judiciário apodrecido, regiamente paga, para livrá-los de alguma condenação. São anos marcados pela hipocrisia. O Brasil de hoje é sociedade invertebrada. Amorfia, sem capacidade de reação.
Francisco Emídio Carneiro
São Bernardo


Vacinas e cobaias
>Passado o sufoco emergencial pela corrida desenfreada para aquisição das vacinas e insumos correlatos, o momento é de agir com cautela e sobriedade. Os valores das vacinas são elevadíssimos e carecem de significativos descontos em seus exorbitantes preços, sem nenhuma responsabilidade pelos imprevisíveis efeitos colaterais nas cobaias, que somos todos nós, terráqueos. É absurdo contratar pacificamente, aceitando tais valores na aquisição de milhões de doses por bilhões de reais para servirmos de cobaias, sem nenhuma contrapartida indenizatória. Afinal, nós, cobaias contribuintes de impostos, é quem pagamos a conta, não colhemos reais em árvore e ‘o santo é de barro’.
Humberto Schuwartz Soares
Vila Velha (ES)


Piorou. Muito!
Em 2014, o Brasil havia saído do ‘mapa da fome’ e o índice de desemprego beirava absurdos 4,3% da população. Daí os ‘inteligentes’ deram início à campanha para tirar a então presidente Dilma, com o discurso de que o Brasil iria melhorar. Hoje as famílias buscam comida em lixeiras e os desempregados batem em 14 milhões, ou 14% da população. Culpa de quem? Bolsonaro é o pior presidente que o Brasil já teve.
Ítalo Colognezzi
São Bernardo


Endoidou de vez
Não e possível! Jair Bolsonaro precisa ser interditado! O presidente disse que anunciaria, ontem, valor de R$ 400 para beneficiários do Bolsa Família, com novo nome de Auxilio Brasil. Valor que valeria até fim de 2022. Mas não está ajudando os pobres, e, sim, criando risco fiscal demolidor que pode, por falta de credibilidade do governo – que já é ruim –, afastar investidores, colocar a economia já em frangalhos em depressão econômica, quebrar empresas e aumentar desemprego e, principalmente, pobreza no País. O Congresso não pode dar aval a essa loucura! Caso contrário, não tenho dúvidas de que partiremos para anarquia fiscal. A inflação, hoje já em 10,25%, vai piorar, e brasileiros vão morrer de fome nas esquinas do País. Essa nefasta decisão de Bolsonaro é irracional!
Paulo Panossian
São Carlos (SP) 



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