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Como cobrar por um site? Especialista dá dicas

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação
Do 33Giga

06/10/2021 | 15:18


Apesar do inegável protagonismo das redes sociais, os sites ainda são a parte mais importante da internet. Por meio deles, você se informa, pesquisa, compra.

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Desenvolvedores são os arquitetos da grande maioria destes endereços eletrônicos. Muitas vezes atuando como profissionais liberais, é comum a seguinte dúvida: como cobrar por um site?.

O que pode parecer fácil para um desenvolvedor experiente, vira dor de cabeça para profissionais que possuem o domínio técnico, mas ainda estão começando a lidar com a criação de sites como um negócio. Afinal, colocar um preço ou como cobrar por um site é algo bastante subjetivo.

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“Na hora de definir quanto cobrar, é importante levar em consideração uma série de fatores, como: contabilizar despesas como energia, aluguel, internet, mercado e tudo necessário para a sua empresa sobreviver”, afirma Arthur Alves, head da Locaweb PRO. “Essa será sempre a sua base mensal. Os seus trabalhos precisam atingir esse valor no período de tempo.”

De acordo com o especialista, o modelo de cobrança por hora é o mais indicado. Considerando que o seu custo de vida é R$ 3 mil, se você trabalha oito horas por dia, durante 22 dias no mês, o valor mínimo que você precisa cobrar por hora de trabalho é R$ 17,05.

Cobrar por um site: precificação

Ao precificar, deve-se levar em conta as características e o tamanho do site. Os principais tipos – como landing pages, hotsites, sites institucionais, portais e e-commerces – têm necessidades diferentes, que levam a trabalhos diferentes e impactam o preço cobrado.

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“Além disso, também é importante saber o valor médio da hora de trabalho na região, complexidade do projeto, demanda de projetos no mês (se você tem poucos, a tendência é aumentar o preço para arcar com seus custos e despesas), nível de sua qualificação profissional e o seu portfólio”, diz Alves.

De acordo com o executivo, não existe uma fórmula mágica de cobrança. É preciso entender o momento e se adequar ao perfil do cliente para elaborar um orçamento adequado. “Outro ponto de atenção são as variações recentes no câmbio para moeda estrangeira, o que influencia os preços de serviços de hospedagens e revendas de hospedagens internacionais, impactando o valor final e, por consequência, a margem de lucro do desenvolvedor”, explica.

Apesar das necessidades de negócio de qualquer projeto digital serem demandadas pelo cliente, cabe ao profissional identificar a complexidade do empreendimento e propor a melhor solução em termos de tempo de entrega, tecnologia aplicada e custo-benefício.

Isso se aplica a escolha da hospedagem, que deve ter um pacote de funcionalidades que atendam às necessidades do projeto. Com tudo isso em mente, fica mais fácil saber como cobrar por um site.

E o que o desenvolvedor pode fazer para manter uma boa relação com o cliente? “Atender às expectativas requer transparência com relação a prazos, entregas e serviços oferecidos”, analisa o especialista. “Deixe claro os canais e horários de atendimento, bem definido o que é responsabilidade do cliente, o que é do desenvolvedor e o que é do fornecedor de infraestrutura”, finaliza Arthur.



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