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Fazer o que é certo


Do Diário do Grande ABC

27/09/2021 | 18:35


Mauá e São Caetano são municípios que, em comum, possuem apenas o fato de pertencerem ao Grande ABC. No mais, nenhuma semelhança. As diferenças aparecem na arrecação de tributos, número de habitantes, extensão territorial e uma série de outras características. A próxima página deste Diário é dedicada quase que exclusivamente ao noticiário das duas cidades. E ambos os textos referem-se à tomada de decisões acertadas das administrações. Que buscam fazer o que é correto, porém, com motivações díspares.

Mauá mereceu o espaço mais nobre da referida lauda em razão de que seu prefeito tomou a decisão de negociar as pendências, parcelar e pagar as contas que deve para que, com o ‘nome limpo’, possa ir atrás de novos financiamentos para construir e reformar escolas e creches, modernizar o Hospital de Clínicas Dr. Radamés Nardini e instalar ambulatórios para tratamento do pós-Covid.

Em São Caetano, a Secretaria de Educação coloca na rua série de licitações. Processos que visam a compra de móveis para as unidades de ensino e também materiais de consumo, dentre outros itens.

Investir em educação deve sempre ser louvado, principalmente quando o setor foi duramente impactado pela pandemia de Covid-19. E professores tiveram de reaprender a ensinar e os alunos se viram perdidos.

Tal movimentação por parte da gestão são-caetanense, apesar de benéfica, tem outro tipo de incentivo. Se deve ao fato de o TCE (Tribunal de Contas do Estado) ter apontado que a administração do prefeito interino Tite Campanella não está designando o percentual mínimo apontado pela Constituição à educação, que é 25% da receita corrente líquida do município. E isso pode acarretar na rejeição de contas e a consequente inelegibilidade do ocupante transitório do Palácio da Cerâmica.

É fato que as dívidas mauaenses não poderiam ter se acumulado ao ponto de ‘sujar o nome’ da Prefeitura. Mas isso é menos grave do que negligenciar a educação. 



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