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Empresário e a distância da família

Motivo de muitos desentendimentos entre casais, o pouco tempo dedicado à família...


Dgabc

07/02/2013 | 00:00


ARTIGO

Motivo de muitos desentendimentos entre casais, o pouco tempo dedicado à família sempre fez parte da vida de executivos e empresários. Porém, o que nem todos sabem é que a raiz desse problema está quase sempre ligada ao próprio homem ou mulher de negócios, e não às complicações impostas pela empresa - argumento certamente já utilizado em muitas discussões familiares.

Especialmente nos três ou cinco primeiros anos, a organização realmente exige muita dedicação de seus proprietários. É como uma criança, sempre esfomeada e birrenta, que exige entre 12 e 17 horas diárias da atenção de seus pais. O negócio não se importa com a saúde ou vida social dos que o conduzem, só quer saber de ter seus problemas resolvidos e, consequentemente, de continuar a crescer.

Por não saber que é o responsável pelo surgimento dessa ‘disputa' por sua atenção, entre trabalho e lar, o executivo se atola em um poço de ansiedade e acaba por anular sua própria vida pessoal, vivendo em estresse e com a certeza de que 24 horas não são suficientes para resolver tudo que é demandado pela empresa. É bom deixar claro, porém, que isso ocorre no campo do inconsciente, sem que a pessoa se dê conta e tenha, de fato, a intenção de se afastar de seus entes queridos.

Esse comportamento pode ser entendido com base em um conceito da psicanálise: o narcisismo. Ser narcisista não é apenas gostar muito de si ou admirar demais sua própria aparência. Aqui, ser narcisista é um traço de personalidade construído na infância e, mais tarde, utilizado para se defender de situações cotidianas, como a pressão por trabalhar mais (vinda da empresa) ou por trabalhar menos (vinda da família).

No caso de muitos homens e mulheres de negócios, a dedicação demasiada ao trabalho existe, justamente, para que haja distanciamento da própria vida pessoal. Este afastamento ocorre inconscientemente pelo fato de não se sentirem valorizados o suficiente pelas pessoas que estão nesse ambiente, fato que ocorre no trabalho, onde esses profissionais são reconhecidos e indispensáveis. O problema pode ser muito maior que simples falta de tempo para os filhos, e a busca por compreender o que se passa na mente se faz fundamental, tanto para o crescimento da empresa quanto para a prosperidade no lar.

Luiz Fernando Garcia é especialista em desenvolvimento humano e negócio.

PALAVRA DO LEITOR

Piscinão

Ao retornar a Mauá, sábado, tive o dissabor de ver a cidade alagada. Chamo a atenção de nosso prefeito para que tome as providências cabíveis para que os piscinões do município sejam limpos e ampliados. Quanto custa esse serviço? Sei que a receita de Mauá é bem grande. O pior é imaginar que alguma empresa possa estar devidamente contratada, ganhando e não executando o serviço. Será que se o carro que eu vi boiando fosse de um dos vereadores da cidade tomariam alguma atitude?

Rosângela Caris, Mauá

USP

Parabéns à promotora Eliana Passarelli, do Ministério Público de São Paulo, pela denúncia por formação de quadrilha dos 72 delinquentes que invadiram e depredaram a reitoria da USP em 2011. A sociedade espera que a denúncia seja acolhida e que esses elementos sejam punidos com reclusão, ressarcimento dos danos e expulsão da Universidade de São Paulo.

Vanderlei A. Retondo, Santo André

Estátua

Senhor secretário de Cultura de Santo André, fazemos parte do movimento em prol da mudança da estátua de João Ramalho para o seu lugar de origem. Em 8 de abril de 1953, ocasião em que a cidade comemorou seu 4º Centenário, a colônia portuguesa fez a doação da estátua, que foi colocada na frente do Paço Municipal (em frente à Avenida Portugal, onde, inclusive, está a base da estátua). Hoje ela está atrás da Prefeitura. Na mesma data, a colônia japonesa doou o Relógio, colocado na mesma área do Paço, e que hoje encontra-se na Avenida Itamarati, diante do parque. Como sugestão deveria a estátua retornar ao seu lugar, bem como o relógio em frente à Praça do Correio, assim podemos resgatar a história da cidade. E tanto a estátua de nosso fundador como o relógio presente da querida colônia japonesa poderão servir de marco para o povo andreense.

Antônio Lopes e Marlene Lopes, Santo André

Gado marcado

Para chamar a atenção dos congressistas para o trabalho no plenário dispensa-se a campainha: vai bastar aos presidentes do Senado e da Câmara tocar um berrante!

Mara Montezuma Assaf, Capital

Tal pai, tal filho

Ao saber que Renan Filho usa verba da Câmara para pagamento a advogados que defendem os Calheiros em causas privadas, notícia que logo me remeteu ao uso de um lobista para pagar pensão de filha fora do casamento, feito por seu pai, não consegui deixar de lembrar velhos e sábios ditados populares: ‘tal pai, tal filho', ‘filho de peixe, peixinho é' e ‘quem sai aos seus, não degenera'. Pobre Brasil, vendo o fruto do suor de seu povo ser saqueado por corruptos.

Ronaldo Gomes Ferraz, Rio de Janeiro

Às escuras

A respeito da carta do leitor Cláudio Luiz da Silva (Alameda, ontem), sobre falta de iluminação pública na Alameda Campestre, gostaria de informar à Prefeitura que o trecho compreendido entre o fim do Viaduto Acisa até o Viaduto Antonio Gaiarça, nos dois sentidos, está, há mais de um mês, às escuras. Será que isso também é culpa do ex-prefeito Aidan Ravin ou incompetência do atual prefeito e sua equipe de fanfarrões? Se tiver que apostar, com certeza aposto na segunda opção.

José Roberto Tonetti, São Caetano



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Empresário e a distância da família

Motivo de muitos desentendimentos entre casais, o pouco tempo dedicado à família...

Dgabc

07/02/2013 | 00:00


ARTIGO

Motivo de muitos desentendimentos entre casais, o pouco tempo dedicado à família sempre fez parte da vida de executivos e empresários. Porém, o que nem todos sabem é que a raiz desse problema está quase sempre ligada ao próprio homem ou mulher de negócios, e não às complicações impostas pela empresa - argumento certamente já utilizado em muitas discussões familiares.

Especialmente nos três ou cinco primeiros anos, a organização realmente exige muita dedicação de seus proprietários. É como uma criança, sempre esfomeada e birrenta, que exige entre 12 e 17 horas diárias da atenção de seus pais. O negócio não se importa com a saúde ou vida social dos que o conduzem, só quer saber de ter seus problemas resolvidos e, consequentemente, de continuar a crescer.

Por não saber que é o responsável pelo surgimento dessa ‘disputa' por sua atenção, entre trabalho e lar, o executivo se atola em um poço de ansiedade e acaba por anular sua própria vida pessoal, vivendo em estresse e com a certeza de que 24 horas não são suficientes para resolver tudo que é demandado pela empresa. É bom deixar claro, porém, que isso ocorre no campo do inconsciente, sem que a pessoa se dê conta e tenha, de fato, a intenção de se afastar de seus entes queridos.

Esse comportamento pode ser entendido com base em um conceito da psicanálise: o narcisismo. Ser narcisista não é apenas gostar muito de si ou admirar demais sua própria aparência. Aqui, ser narcisista é um traço de personalidade construído na infância e, mais tarde, utilizado para se defender de situações cotidianas, como a pressão por trabalhar mais (vinda da empresa) ou por trabalhar menos (vinda da família).

No caso de muitos homens e mulheres de negócios, a dedicação demasiada ao trabalho existe, justamente, para que haja distanciamento da própria vida pessoal. Este afastamento ocorre inconscientemente pelo fato de não se sentirem valorizados o suficiente pelas pessoas que estão nesse ambiente, fato que ocorre no trabalho, onde esses profissionais são reconhecidos e indispensáveis. O problema pode ser muito maior que simples falta de tempo para os filhos, e a busca por compreender o que se passa na mente se faz fundamental, tanto para o crescimento da empresa quanto para a prosperidade no lar.

Luiz Fernando Garcia é especialista em desenvolvimento humano e negócio.

PALAVRA DO LEITOR

Piscinão

Ao retornar a Mauá, sábado, tive o dissabor de ver a cidade alagada. Chamo a atenção de nosso prefeito para que tome as providências cabíveis para que os piscinões do município sejam limpos e ampliados. Quanto custa esse serviço? Sei que a receita de Mauá é bem grande. O pior é imaginar que alguma empresa possa estar devidamente contratada, ganhando e não executando o serviço. Será que se o carro que eu vi boiando fosse de um dos vereadores da cidade tomariam alguma atitude?

Rosângela Caris, Mauá

USP

Parabéns à promotora Eliana Passarelli, do Ministério Público de São Paulo, pela denúncia por formação de quadrilha dos 72 delinquentes que invadiram e depredaram a reitoria da USP em 2011. A sociedade espera que a denúncia seja acolhida e que esses elementos sejam punidos com reclusão, ressarcimento dos danos e expulsão da Universidade de São Paulo.

Vanderlei A. Retondo, Santo André

Estátua

Senhor secretário de Cultura de Santo André, fazemos parte do movimento em prol da mudança da estátua de João Ramalho para o seu lugar de origem. Em 8 de abril de 1953, ocasião em que a cidade comemorou seu 4º Centenário, a colônia portuguesa fez a doação da estátua, que foi colocada na frente do Paço Municipal (em frente à Avenida Portugal, onde, inclusive, está a base da estátua). Hoje ela está atrás da Prefeitura. Na mesma data, a colônia japonesa doou o Relógio, colocado na mesma área do Paço, e que hoje encontra-se na Avenida Itamarati, diante do parque. Como sugestão deveria a estátua retornar ao seu lugar, bem como o relógio em frente à Praça do Correio, assim podemos resgatar a história da cidade. E tanto a estátua de nosso fundador como o relógio presente da querida colônia japonesa poderão servir de marco para o povo andreense.

Antônio Lopes e Marlene Lopes, Santo André

Gado marcado

Para chamar a atenção dos congressistas para o trabalho no plenário dispensa-se a campainha: vai bastar aos presidentes do Senado e da Câmara tocar um berrante!

Mara Montezuma Assaf, Capital

Tal pai, tal filho

Ao saber que Renan Filho usa verba da Câmara para pagamento a advogados que defendem os Calheiros em causas privadas, notícia que logo me remeteu ao uso de um lobista para pagar pensão de filha fora do casamento, feito por seu pai, não consegui deixar de lembrar velhos e sábios ditados populares: ‘tal pai, tal filho', ‘filho de peixe, peixinho é' e ‘quem sai aos seus, não degenera'. Pobre Brasil, vendo o fruto do suor de seu povo ser saqueado por corruptos.

Ronaldo Gomes Ferraz, Rio de Janeiro

Às escuras

A respeito da carta do leitor Cláudio Luiz da Silva (Alameda, ontem), sobre falta de iluminação pública na Alameda Campestre, gostaria de informar à Prefeitura que o trecho compreendido entre o fim do Viaduto Acisa até o Viaduto Antonio Gaiarça, nos dois sentidos, está, há mais de um mês, às escuras. Será que isso também é culpa do ex-prefeito Aidan Ravin ou incompetência do atual prefeito e sua equipe de fanfarrões? Se tiver que apostar, com certeza aposto na segunda opção.

José Roberto Tonetti, São Caetano

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