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A importância do deputado federal


Do Diário do Grande ABC

23/09/2021 | 00:02


Faz 11 anos que Diadema não tem um deputado federal para representá-la. O último foi o atual prefeito José de Filippi Júnior, em 2010. Vamos refletir sobre isso. Diadema tem mais de 329 mil eleitores. Se todos votassem em candidatos da cidade, certamente elegeria ao menos três deputados federais. E o que significa ter um “diademense” na Câmara Federal? Há bons motivos a se considerar.

Primeiro, significa mais recursos para o município. Cabe ao deputado federal legislar, fiscalizar e propor novas leis ou alterar e revogar as existentes. E projetos de iniciativa do Executivo passam antes pelo Congresso. Na Câmara de Diadema, guardando as devidas proporções, é o que nós, vereadores, fazemos também. Para 2021, o congresso aprovou emendas no valor de R$ 48,8 bilhões. E, com ao menos um representante na Câmara Federal, Diadema poderia receber por ano, ao menos cerca de R$ 20 milhões dessas emendas.

Sem um deputado sério, as políticas públicas, sociais e os direitos dos trabalhadores ficam comprometidas. Direitos que estão sendo perdidos porque municípios como Diadema, que têm a luta da classe trabalhadora em seu DNA, perderam força nos últimos anos. Assim como os sindicatos que tiveram sua representatividade colocada abaixo por acordos que beneficiaram somente os patrões.

São os deputados que discutem e votam o orçamento da União e apresentam emendas para obras em seus estados e municípios. Como vereador, o mais votado da cidade em 2020, acumulei muita experiência tanto no trato com o Executivo – que sou o líder de governo na Câmara –, mas também com as principais reivindicações da população. Sei que as pessoas querem saúde de qualidade e acesso ao emprego e à segurança. E mais do que uma ação do prefeito, assuntos como esses são decisões de Estado e cabe ao deputado federal sinalizar o uso correto dos recursos. Diadema precisa de incentivo para atrair empresas e assim criar mais empregos. Mas, sem investimentos, a luta com cidades bem representadas no Congresso fica desigual.

A cidade precisa também de mais segurança, que é um dever do Estado. Enquanto parlamentar, faço minha parte. Protocolei na Câmara o projeto arte e cultura nos bairros, cujo objetivo é ocupar locais de grande concentração com manifestações artísticas e eventos culturais. O projeto permitirá a apresentação artística em bairros e núcleos habitacionais ocupando ruas, praças e escolas da cidade. Será uma alternativa controlada aos desordenados pancadões que têm atormentado a vida do cidadão.

A construção de uma cidade mais próspera, sustentável e inclusiva passa por políticas públicas e por representantes que defendam esta ideia.

Orlando Vitoriano é vereador de Diadema 

Palavra do leitor

Mais vereadores?

Os vereadores de Santo André dariam um belo exemplo às demais cidades mantendo ou diminuindo o número atual de edis na Câmara. Esta proposta em curso de aumentar cadeiras (Política, dia 19 de setembro) pode ser constitucional, mas é totalmente desnecessária no momento e também, com certeza, num futuro próximo. Os edis desta cidade deveriam propor que cada vereador (a) tenha apenas um comissionado e os demais serem contratados por concurso público, evitando que os políticos usem esses cargos para formarem currais eleitorais, obtendo vantagens nos momentos de renovação. E seria o fim das rachadinhas para o bem da população. Aproveito para alertar os munícipes das cidades próximas que fiquem atentos às suas câmaras, que podem estar com excesso de vereadores e assessores. Pressione-os para que diminuam. E finalmente quero salientar que o mais importante para melhorar a produtividade das câmaras é a qualidade e não a quantidade de vereadores.

Paulo Leibruder
Santo André

Prefeito, queremos ajuda

Sou morador da Rua Militão Barbosa de Lima, Centro de São Bernardo, e nesta mesma rua fica a Praça Manuel Cardoso Filho, que há muito é frequentada por usuários de drogas. Nesta semana, quando estávamos na praça, às 7h, para passeio com animais e fomos surpreendidos por uma moto em alta velocidade no passeio do espaço. Quase fomos atropelados. A praça é pública, mas tem de ser usada de maneira respeitosa por toda comunidade. Estamos há muito tempo pedindo a revitalização, com a retirada de muro, para maior segurança, e a instalação de gradil. A comunidade está apreensiva com o número de usuários de droga e, como se não bastasse, já surpreendemos cenas de relações sexuais, que é um absurdo. Enquanto a Prefeitura não toma nenhuma providência, gostaria que fosse designada uma viatura permanente, da CGM, para coibir tais atitudes.

Pedro Zemeczak
São Bernardo

Reclamação

Por meio deste espaço que o Diário nos oferece, quero solicitar as devidas providências com relação à Praça Brasil-Itália, que fica entre as ruas Rodrigues Alves e José Pelosini, na região central de São Bernardo. O espaço de lazer se tornou ponto para o uso de drogas e também com constantes assaltos. Não dá para os munícipes estacionarem para almoçar no restaurante próximo, porque se tornou perigoso. Outro problema é a Praça Alberto Eduardo Bellinghausen, localizada em frente ao ponto de táxi 62 com a Rua Leonardo Locoseli, no bairro Nova Petrópolis. Ali também se tornou ponto de drogas e assaltos todos os dias. Isso está uma vergonha, de modo que solicitamos ao prefeito Orlando Morando e aos secretários de Serviços Urbanos, Marcelo Lima, e de Segurança Urbana, sr. Carlos Alberto, as devidas providências.

Claudio dos Santos
São Bernardo

Basta de mortes

Não bastassem as mais de 590 mil mortes pela Covid, pelo atraso na compra de vacinas, agora temos o Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares), que parou de produzir radiofármacos para diagnósticos e tratamento do câncer por falta de insumos, que não foram comprados por falta de dinheiro. Enquanto isso, deputados como Rogério Marinho – ministro de Bolsonaro – usam dinheiro do orçamento secreto, para fins particulares!

Tania Tavares
Capital



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