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Rodrigo avisa que é Doria e não abre mão


Raphael Rocha

23/09/2021 | 00:01


Vice-governador de São Paulo e único inscrito nas prévias do PSDB para definição da chapa que concorrerá ao governo paulista no ano que vem, Rodrigo Garcia tem intensificado recados à classe política, em especial do próprio partido, refutando com veemência qualquer desassociação dele e do governador João Doria (PSDB), que tenta se tornar presidenciável do tucanato. Nos bastidores, corria o boato de que Rodrigo estava disposto a se afastar de Doria, diante da rejeição do aliado medida em pesquisas. Mas o atual vice tem dado sinais completamente opostos. Inclusive, falando que não vai aceitar figuras correligionárias que queiram apoiar seu projeto ao Palácio dos Bandeirantes sem subir no palanque de Doria – caso ele vença as prévias tucanas.


BASTIDORES

Plano de paz
Prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB) publicamente disse acreditar no apaziguamento de relações entre o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), hoje dois pré-candidatos ao governo do Estado. Morando afirmou ver caminho para construção de uma candidatura de Alckmin ao Senado, pelo PSDB, enquanto Rodrigo segue postulante ao Palácio dos Bandeirantes.

Movimentos tucanos
Em São Bernardo, aliás, a revelação de que o prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), está no time que apoia a candidatura do governador gaúcho Eduardo Leite (PSDB) nas prévias nacionais do tucanato movimentou os bastidores. Aliados do prefeito Orlando Morando (PSDB) começaram a espalhar críticas ao tucano andreense. Por outro lado, muitos filiados no Grande ABC comentaram sobre a coragem de Paulo Serra em se posicionar no debate.

Recurso negado
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) negou recurso movido pelo ex-vereador Sidão da Padaria (PSD), de São Caetano, que teve seus votos anulados na eleição do ano passado pela rejeição de contas da época em que presidiu a Câmara são-caetanense. Agravo protocolado pela defesa do pessedista foi negado por unanimidade, com votos dos ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luis Felipe Salomão, Mauro Campbell Marques, Sérgio Banhos e Carlos Horbach.

Ministério Público
O vereador Glauco Braido (PSD), de São Bernardo, encaminhou ao Ministério Público da cidade a lei, de autoria do governo de Orlando Morando (PSDB), que permite a inversão de fases durante o processo licitatório. O pessedista disse que a legislação “pode ser inconstitucional por invadir a competência legislativa da União, detentora do podre de legislar sobre normas gerais sobre licitações, conforme dispõe a Constituição Federal”.
 



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