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O que é medula óssea?

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Tecido encontrado no interior dos ossos contém células que produzem os componentes do sangue


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

19/09/2021 | 00:01


Medula óssea é o tecido encontrado no interior dos nossos ossos, tendo a função de produzir as células sanguíneas. Para entender um pouco melhor, essa ‘fábrica’ contém células-tronco, que produzem os componentes do sangue, incluindo as hemácias, que são responsáveis pelo transporte do oxigênio pelo corpo, os leucócitos, que são parte do sistema de defesa do nosso organismo, e as plaquetas, responsáveis pela coagulação do sangue. 

Diante disso, algumas pessoas podem ter uma medula mais fraca e doente e, consequentemente, precisam receber uma nova por meio de um transplante. 

Este procedimento médico consiste em substituir a medula óssea que está mais fraquinha por células perfeitas de uma outra pessoa, com o objetivo de reconstituição de uma medula saudável. 

Para se ter ideia, esse transplante pode beneficiar pacientes com pelo menos 80 doenças diferentes. 

O transplante pode ocorrer de duas maneiras, uma é chamada de autóloga (ou atogênia) é quando a medula óssea vem da própria pessoa que está precisando do transplante; a outra se chama alogênica, quando a doação vem de um parente ou de um doador compatível ao paciente.

Mas será que todas as pessoas podem doar a medula óssea? Não. O fornecedor de medula óssea, ou seja, aquele que tem as células saudáveis, precisa ter entre 18 e 35 anos e boa condição de saúde. 

A pessoa que se interessar em fazer a doação também precisa se cadastrar em um hemocentro especializado e passará por uma entrevista e uma coleta de sangue para o exame de compatibilidade. 

Além disso, uma pessoa pode doar mais de uma vez, já que as células-tronco se recuperam natualmente e, por este motivo, cerca de duas semanas após a doação, o organismo já estará pronto para nova contribuição. Portanto, um único doador pode salvar a vida de mais de uma pessoa.

18 de setembro é o Dia Mundial do Doador de Medula Óssea; chance de encontrar um doador compatível que não seja da família é de uma em 100 mil no Brasil.

Consultoria de Marta Lemos, hematologista e coordenadora médica do serviço de hemoterapia e terapia celular do A.C.Camargo Cancer Center.



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