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Trio dá suporte para Adriana na gestão da Fundação do ABC

Claudinei Plaza/ DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Patrícia Veronesi, Ricardo Carajaleascow e Fernando Minciotti, indicados de Auricchio, atuam em cargos-chave nos setores financeiro e administrativo


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

17/09/2021 | 00:51


A presidente da FUABC (Fundação do ABC), Adriana Berringer Stephan, conta com trio de aliados para operacionalizar a rotina da instituição, em cargos estratégicos para lidar com a administração de pessoal e financeira da organização social. Todos indicados da época do ex-prefeito José Auricchio Júnior (PSDB), de São Caetano.

Patrícia Veronesi, Ricardo Carajeleascow e Fernando Garbelotti Minciotti atuam em funções destacadas dentro da fundação e, nos bastidores, são conhecidos como fiéis escudeiros de Adriana – indicada ao posto também por Auricchio, no ano passado.

Advogada, Patrícia comanda a central de convênios de forma interina, desde a saída do hoje secretário de Administração de Santo André, Almir Cicote (Avante). Ela tem salário bruto de R$ 30.654,36 para cuidar do maior braço da instituição, que tem 10.671 funcionários e receita total de R$ 1 bilhão, em dados de 2020. A advogada chegou ao posto com a saída de Carlos Eduardo Fava, o Cacá, também de Santo André, e se ausentou da vaga por duas semanas, no período em que Cicote gerenciou a área.

Fernando Minciotti é filho do ex-secretário de São Caetano e ex-reitor da USCS (Universidade Municipal de São Caetano) Silvio Minciotti. Ingressou nos quadros de colaboradores da FUABC em 2017, com o retorno de Auricchio ao Palácio da Cerâmica. Fernando é gerente de compras da central de convênios, com salário de R$ 23.018,07, e está na área responsável pelos contatos com fornecedores.

Carajeleascow coleciona passagens por outras prefeituras da região – como São Bernardo, Mauá e Ribeirão Pires – e tem dupla jornada na FUABC. É diretor técnico do Hospital Maria Braido, em São Caetano, com rendimento de R$ 21.364 brutos, além de ser gerente técnico de projetos, com vencimentos de R$ 10.869,22, na matriz da fundação. Somadas, as jornadas chegam a 300 horas mensais – média de 13 horas diárias, de segunda a sexta.

Médico ginecologista, Carajeleascow é réu em ação civil pública que tramita na 1ª Vara de Paulínia, no Interior, cidade onde foi secretário de Saúde, denunciado pelo Ministério Público por suspeita de direcionamento de licitações no município.

Ao Diário, a direção da FUABC pontuou que “todos os profissionais mencionados ocupam cargos técnicos, com formação e experiência comprovadas nas áreas em que atuam, em total conformidade com o Termo de Ajustamento de Conduta assinado pela FUABC junto ao Ministério Público do Estado de São Paulo”. “Diante do detalhamento das funções, atribuições e jornadas profissionais dos colaboradores citados pela reportagem, a Fundação do ABC reitera que todos atendem rigorosamente aos critérios técnicos necessários para os cargos que ocupam, cumprem as jornadas de trabalho estipuladas e têm desempenho satisfatório, sem nenhum tipo de apontamento pela área de recursos humanos.”

Especificamente sobre Fernando, a FUABC negou que seu parentesco tenha motivado sua contratação, já que Silvio deixou a reitoria da USCS em 2012, “muito antes da contratação” na fundação. 



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