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São Paulo tem mutirão de empregos com 12 mil vagas

Marcelo Camargo/Agência Brasil  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ação promovida por sindicatos, em parceria com empresas, está com inscrições abertas, mas apenas on-line



31/08/2021 | 09:14


A sexta edição do mutirão de empregos em São Paulo, promovida pelo Sindicato dos Comerciários de São Paulo e a UGT (União Geral dos Trabalhadores, em parceria com outras entidades, já está com inscrições abertas. O sindicato aponta que 45 empresas devem oferecer vagas no mutirão e cerca de 12 mil propostas estarão disponíveis nas áreas de comércio, serviços e indústria. 

A inscrição pode ser feita pelo site www.comerciarios.org.br/Mutirao-de-emprego. O cadastro solicitado é equivalente ao preenchimento de um currículo, incluindo, além dos dados pessoais, informações sobre escolaridade, cursos, habilidades, experiências e dados para contato.

A ação, que é conhecida por provocar longas filas no Vale do Anhangabaú, no Centro da Capital, terá sua segunda edição on-line. No ano passado, por exemplo, foram cerca de 300 mil cadastros para 8.000 vagas, de acordo com a UGT. 

Em nota, o presidente da UGT e do sindicato dos Comerciários, Ricardo Patah, explicou que o objetivo é diminuir as barreiras entre candidatos e a área de recursos humanos das empresas. A estimativa das entidades é de que, com as atuais taxas de desemprego, o número de candidatos siga crescendo.

Patah ressaltou que, pelo segundo ano consecutivo, o mutirão acontecerá de forma virtual, com a implantação de uma plataforma própria do sindicato, que fará a triagem dos candidatos conforme a necessidades das empresas. “Esta plataforma buscará facilitar o RH das empresas para a contratação dos trabalhadores, pois o maior patrimônio do trabalhador é o emprego.

O dirigente salientou a luta que a entidade vem travando para combater a disseminação do coronavírus, buscando de todas as formas proteger os comerciários que, desde o início da pandemia, não pararam de trabalhar e sempre estiveram na linha de frente. “O sindicato foi o primeiro a fazer um protocolo exigindo álcool gel e divisórias de acrílico para separar o trabalhador do consumidor. Depois, diversos Estados e prefeituras adotaram, o que é muito bom. Conseguimos autorização para a compra de vacinas e estamos lutando diariamente para combater esse mal”, comentou Patah.

“Vacina é importante tanto para proteger a saúde de todos quanto para contribuir com a retomada da economia. Lamentamos que o governo federal tenha demorado tanto tempo para reconhecer a imunização. Se isso tivesse ocorrido antes, talvez não tivéssemos este número absurdo de mortos e teríamos evitado essa quantidade enorme de empresas fechadas e de pessoas desempregadas”, concluiu Ricardo Patah.

Os sindicatos que representam os trabalhadores em asseio e conservação e os padeiros também participam da sexta edição do mutirão do emprego.

NÚMEROS

Os dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados na quinta-feira pelo Ministério da Economia, apontam que o Grande ABC abriu 2.242 empregos com carteira assinada em julho, o que elevou os números do ano para 21.492 vagas. O setor com melhor resultado no mês passado foi justamente o comércio, que contratou 1.183 pessoas, seguido pela construção (839) e indústria (679).

Por outro lado, a taxa de desemprego no País ficou em 14,6% no trimestre encerrado em maio, segundo dados divulgados no fim de julho pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No Estado de São Paulo, a taxa de desemprego também está em 14,6%, conforme análise divulgada em junho pela Seade (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados), com informações do IBGE.



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