Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 7 de Dezembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

esportes@dgabc.com.br | 4435-8384

Petrúcio Ferreira leva ouro e bate recorde em Tóquio; Washington Júnior é bronze

Divulgação/ Comitê Paralímpico Brasileiro Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


27/08/2021 | 08:28


Petrúcio Ferreira continua sendo o homem mais rápido do esporte paralímpico. Nos Jogos de Tóquio-2020, ganhou a medalha de ouro na prova dos 100 metros da classe T47, para quem teve um braço amputado, e ainda houve uma dobradinha brasileira: Washington Júnior levou o bronze. A prata ficou com o polonês Michal Darus. Na prova, o Brasil ainda teve Lucas de Souza, que chegou na sexta colocação.

Na largada, Washington imprimiu um ritmo muito forte. Petrúcio foi se recuperando e assumiu a liderança por volta dos 50 metros, anotando o tempo de 10s53, novo recorde paralímpico. Darus ficou com o tempo de 10s61 e Washington Ferreira, fazendo muita força no fim, completou o percurso em 10s68.

Petrúcio é uma das maiores estrelas paralímpicas do Brasil. Campeão e recordista mundial e ouro no Rio-2016, o paraibano de 24 anos foi o porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura da Tóquio-2020, ao lado da jogadora de bocha Evelyn Oliveira.

Após a prova, Petrúcio contou sobre um momento tenso que teve durante a preparação. "No momento difícil acabei tendo uma discussão com o treinador, e peço desculpas. Ele é um cara fenomenal, um pai pra mim. Eu perguntei pra ele: ''você confia em mim'', e ele respondeu: ''confio, confio 100%, 200%''", relatou, em entrevista ao SporTV. Ao lado de Washington, os dois disseram ter combinado o funk com a pisadinha na dancinha que fizeram após a conquista das medalhas.

Tendo quebrado o recorde mundial da sua categoria diversas vezes, Petrúcio diz não ver isso como um peso. "Não ponho esses resultados como pressão, mas coloco como um desafio pessoal de buscar o meu melhor, de estar no meu melhor e buscar o meu limite", afirmou ao Estadão.

Natural do Rio de Janeiro, Washington Júnior tem uma carreira de respeito: aos 24 anos, é vice-campeão mundial, tendo conquistado a prata em 2019, no Mundial de Doha e agora o bronze paralímpico.

Antes deles, dois brasileiros disputaram a final da classe T37 (para quem tem dificuldades motoras decorrentes de problemas neurológicos), mas sem medalha. Ricardo Costa ficou em quinto lugar e Christian Gabriel chegou em sétimo.



Quer receber em primeira mão as notícias das sete cidades do Grande ABC?

Entre no nosso grupo de WhatsApp. 
Clique aqui.
 

Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.


Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;