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Mauaense faz história ao portar Bandeira Nacional

Divulgação/ Twitter/ Paralympics Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ouro na Rio-2016, Evelyn Oliveira desfilou na abertura da Paraolimpíada de Tóquio, nesta terça-feira


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

24/08/2021 | 20:33


Depois de 45 anos, o Grande ABC voltou a ter um representante como porta-bandeira em uma grande cerimônia esportiva. Ontem, a atleta da bocha Evelyn Oliveira esteve com a Bandeira do Brasil acoplada em sua cadeira de rodas, ao lado do velocista Petrúcio Ferreira, durante a abertura dos Jogos Paraolímpicos de Tóquio, repetindo o que fizera o andreense e ex-jogador de vôlei Antônio Carlos Moreno na abertura do Pan do México-1975 a no encerramento da Olimpíada de Montreal-1976. Nos Jogos de Verão de Pequim-2008, Maurren Maggi, que defendia São Caetano, carregou a Bandeira Nacional no evento final, mas ela não é nascida nas sete cidades como os outros dois pré-citados.

“Estou muito feliz por estar aqui. É uma honra poder representar o esporte paraolímpico e todos os atletas brasileiros. Muito obrigado, Brasil”, disse, logo após a cerimônia, a esportista, que conquistou a medalha de ouro nos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Também participaram da cerimônia inaugural a técnica de Evelyn, Ana Carolina Alves, e o diretor técnico do CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro), Alberto Martins.

"Neste momento, estou emocionado. Já chorei muito, mas foi um choro de alegria. Estar aqui, representando os atletas brasileiros, me deixa muito feliz. Gostaria que todos os outros atletas estivessem aqui, pulando e dançando, pois os brasileiros são os melhores do mundo. Obrigado, Brasil”, declarou Petrúcio Ferreira, que foi ouro no Rio ao vencer a prova dos 100 m.

A cerimônia foi enxuta, mas emocionante. Sob o lema “nós temos asas”, os organizadores realizaram festa menor e mais rápida em comparação aos Jogos Olímpicos e destacou como todas as pessoas têm as mesmas capacidades e podem alcançar grandes feitos.

A pira paraolímpica foi acesa por três atletas japoneses: Yui Kamiji (tênis sobre cadeira de rodas), Shunsuke Uchida (bocha) e Karin Morisaki (halterofilismo).
O IPC (Comitê Paraolímpico Internacional, na sigla em inglês) reforçou a campanha de #WeThe15 (Nós, os 15), que destaca que 15% da população mundial tem algum tipo de deficiência e vive a vida normalmente, com um ou outro percalço.

AÇÃO
Os primeiros para-atletas brasileiros entraram em ação ontem à noite (manhã de hoje em Tóquio) em modalidades como tênis de mesa, esgrima, goalball, ciclismo de pista e natação, competições que seguirão por todo o dia. Ex-aluno da Universidade Metodista, em São Bernardo, o mesa-tenista Israel Stroh enfrentaria o japonês Masachika Inoue, pela fase de grupos da classe 7, a partir das 7h20.  



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