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Mulher negra é mais discriminada no trabalho, revela Dieese


Do Diário OnLine

18/11/2003 | 13:56


As mulheres negras são mais discriminadas do que as outras no mercado de trabalho, aponta pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estudos Sócio-Econômicos (Dieese). O estudo foi lançado por conta do Dia da Consciência Negra, comemorado na quinta-feira para relembrar o 308º aniversário de morte de Zumbi dos Palmares.

Segundo o Dieese, a negra e discriminada pela cor da sua pele e por ser mulher. Além do desemprego ser maior para elas, as que trabalham recebem os menores salários. Em São Paulo, o salário médio pago é de R$ 494 para negras, contra R$ 896 recebidos pelas não-negras (brancas e amarelas).

Na região metropolitana de São Paulo, a taxa de desemprego da mulher negra é de 26,2%, contra índice de 18,8% das não-negras. Com relação ao homem negro, a taxa é 19,9%, e no que diz respeito ao do não-negro, 13,3% mais elevada.

O levantamento do Dieese aponta ainda que as mulheres negras demoram cerca de 12 meses a mais para encontrar um novo emprego, contra 11 meses das não-negras. E quando encontram, diz o estudo, normalmente é um cargo com menos expressão social. Das mulheres negras ocupadas em São Paulo, 30% estão no emprego doméstico, ante 13% das brancas.



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