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Brunão à espera do resfriamento

Claudinei Plaza/ DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Sistema hidráulico é último passo antes da colocação do gramado sintético; serão necessários 120 mil litros d’água para dar conta do novo campo


Dérek Bittencourt

16/08/2021 | 07:26


A novela envolvendo o novo gramado do Estádio Bruno Daniel está mais perto de um final feliz. Apesar de não haver prazo preciso para a praça esportiva ficar pronta para uso, ao menos mais uma parte do processo de transformação do piso de grama natural para artificial foi completada com a finalização da base para receber agora o sistema de resfriamento, último passo antes da instalação do tapete sintético, aumentando a expectativa da torcida do Santo André e do próprio clube, que espera poder usá-lo no Paulistão de 2022.

“Estamos terminando os procedimentos para devolver o estádio para o futebol. Tem uma questão de contratação de (sistema de) resfriamento do gramado, que não é irrigação, porque não se irriga grama sintética, e também não é simples rede hidráulica, porque precisamos descarregar 120 mil litros de água no estádio. São 15 caminhões-pipa, não é uma torneirinha que vai dar conta. Então diâmetro de tubulação, dimensionamento, bomba, tudo, é complexo. E a gente não queria que isso ficasse dentro do gramado para não atrapalhar e interferir na área de jogo”, explicou o secretário de Manutenção e Serviços Urbanos, Vitor Mazzeti. “O campo já está com emulsão asfáltica esperando terminar essa parte do resfriamento para a chegada do tapete”, complementou. Assim, os prazos de entrega, que vêm sendo estendidos desde o início da temporada, deverão ser postergados para o fim do ano.

De acordo com Alessandro Oliveira, presidente da Soccer Grass – empresa que vai instalar o gramado artificial –, a grama sintética necessita obrigatoriamente desse sistema de resfriamento.

“São 60 mil litros antes do jogo e 60 mil no intervalo, essa é a previsão quantitativa de água, não só para ajudar em temperatura, como exigência da Fifa e algumas federações. Como os campos de grama natural são molhados, os sintéticos também acabam molhando, faz parte de protocolo”, justificou ele. A água também ajuda na preservação dos fios. Segundo ele, depois dessa instalação hidráulica, a empresa necessitará de 60 dias para colocação do tapete.

Orçada em R$ 3 milhões, a obra do gramado do Estádio Bruno Daniel foi necessária após a praça esportiva ser utilizada para abrigar, durante quatro meses de 2020, um hospital de campanha na luta contra o novo coronavírus; 446 vidas foram salvas no local. 



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