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Empresa cobra R$ 2,8 mi para erguer hospital veterinário em Santo André

Denis Maciel/ DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Proposta da Fig foi considerada a mais vantajosa em licitação do Paço


Fábio Martins

15/08/2021 | 07:54


O governo do prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), classificou a empresa Fig Incorporadora e Construções Eireli como vencedora da licitação para tirar do papel projeto que envolve erguer unidade do hospital veterinário municipal. A firma formalizou proposta de R$ 2,79 milhões no desfecho do certame – edital previa investimento de até R$ 4 milhões. A oferta da companhia foi considerada a mais vantajosa entre as concorrentes do processo. A expectativa é que as obras do equipamento público estejam finalizadas no fim do segundo semestre de 2022.

A estimativa do Paço é que as intervenções no local durem 12 meses, a partir da data de assinatura da ordem de serviço da obra, destacada como uma das promessas de campanha de Paulo Serra no ano passado, em que pese o anúncio de que ele iria tocar a antiga demanda por esse atendimento se deu ainda em 2019. Com a publicação da ganhadora no Diário Oficial, a licitação agora se encontra na fase de recurso da proposta comercial. Há avaliação que as etapas burocráticas finais possam ser vencidas em até 30 dias, processo necessário antes da homologação do contrato com a empresa – a concorrência foi aberta em janeiro.

A futura unidade será implantada, basicamente com recursos municipais, em área que pertence à Prefeitura, ao lado da Sabina Escola Parque do Conhecimento, na Rua Juquiá, bairro Paraíso, próxima ao Parque Central – em indicação da vereadora Ana Veterinária (DEM). De acordo com o texto descritivo do edital, o hospital veterinário terá estrutura de dois pavimentos, sendo o térreo com área de 407,6 metros quadrados, enquanto o piso superior deve apresentar 302,9 metros quadrados.

O plano inicial da gestão tucana era a de que o equipamento público entrasse em funcionamento em abril deste ano, mas todos os desdobramentos da pandemia de Covid-19 atrasaram o cronograma arquitetado internamente no Paço. Diante da crise sanitária, o governo realocou verbas na área de saúde, como construção de hospitais de campanha, estrutura para vacinação e profissionais extras para o setor.

A Prefeitura apontou que a parte clínica da unidade vai registrar capacidade para oito cirurgias e 120 consultas por dia, oferecendo, por exemplo, serviços de ultrassonografia, ecocardiograma, radiologia e laboratório de análises. “Terá duas salas cirúrgicas, quatro consultórios, salas de pré e pós cirúrgico, internação, sala de observação, ambientes como recepção, solarium para cães e gatos, sala de cadastro de adoções, laboratório, sala de coleta, expurgo, esterilização, banho e tosa”, sustentou o governo, por nota.  



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