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Inflação no Grande ABC pára de crescer no começo do mês


Daniel Trielli
Do Diário do Grande ABC

10/08/2006 | 08:19


A inflação no Grande ABC desacelera cada vez mais. A primeira quadrissemana de agosto apresentou a variação de 0,01%, de acordo com o IPC-Imes (Índice de Preços ao Consumidor), coletado pelo Instituto de Pesquisas da universidade municipal de São Caetano. O resultado mostra inflação menor do que a registrada em julho, quando fechou em 0,03%.

O que puxou o índice em sua ligeira subida foi o preço no grupo de alimentação. Os produtos dessa área tiveram alta de 0,39% no custo e pesaram 0,13% a mais no orçamento familiar. De acordo com a análise do Imes, a alimentação é o único motivo pelo qual não houve deflação no período.

Os vilões dentro do grupo foram os alimentos in natura, que tiveram aumento de preço de 2,18%, em média. O resultado é uma continuação da tendência da última quadrissemana, só que mais forte. Naquele período, a variação tinha sido de 0,6%. Entre os in natura, o destaque vai para as frutas, que ficaram 9,59% mais caras com o começo de agosto.

Os alimentos semi-elaborados também foram um grupo de pressão no resultado da quadrissemana, com alta média de 0,14%. Nesse subgrupo, o arroz teve um encarecimento expressivo e fecha o período a um custo 6,3% mais caro para o consumidor.

Baixa – O único grupo que teve deflação foi de vestuário, com -2,66%, e hoje pesa 0,21% a menos no bolso do consumidor. Os artigos voltados às mulheres lideraram a queda (-5,47%), mas os masculinos também acompanharam (-3,27%).

De acordo com o Instituto, se trata de uma intensificação da tendência de queda de preços no setor. Mas quando o mês acabar, e a nova estação do ano se aproximar, vai ocorrer o movimento inverso, graças a um aumento na procura de novas roupas.

Combustível – O aumento no custo do álcool (4,84%) puxou a inflação de 0,28% no setor de transportes. O Imes ressalta, porém, que o ritmo de aumento dos preços nesta quadrissemana é mais fraco do que o do mês anterior.


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