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Moradores realizam passeata contra a desocupação de casas no Areião

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Cerca de 200 pessoas participam do ato na manhã desta terça-feira; Prefeitura deu 30 dias para moradores deixarem as moradias


Da Redação
Do Diário do Grande ABC

10/08/2021 | 11:08


Cerca de 200 moradores do bairro Vila Sabesp, no Areião, em São Bernardo, realizaram uma passeata contra a desocupação de moradias pelo bairro. Conforme acompanhado pelo Diário na última semana, as famílias foram informadas, pela Prefeitura, de que têm 30 dias para deixarem suas casas. Famílias, inclusive, que moram no local há mais de 30 anos. A região passa por processo de urbanização, mas os moradores afirmam que a administração do prefeito Orlando Morando (PSDB) não tem dialogado com as pessoas. Moradores ainda relatam que foram cadastrados pela área de assistência social da Prefeitura com promessa de atendimento habitacional, mas que agora foram informados que não vão receber auxílio aluguel nem uma nova moradia.

O ato de hoje, que passará por todas as ruas do Areião, reúne moradores que são contra essa desocupação e a falta de diálogo com a administração municipal. Segundo as famílias, hoje ainda, a partir das 19h, os moradores participarão de uma reunião com a Prefeitura de São Bernardo, sobre a situação das moradias e o projeto de urbanização da região. 

Como publicado pelo Diário, em nota, a Prefeitura de São Bernardo informou que está em andamento a construção de um sistema viário que irá beneficiar os moradores do bairro Areião, com oferta de rota alternativa à Rodovia Anchieta e interligação ao Jardim Silvina, já que, atualmente, esses munícipes contam com acessos precários, ligados diretamente à rodovia. Segundo a administração, no Núcleo Habitacional Monte Sião foram identificadas 249 famílias, sendo que 150 delas se encontram em frente de obras do sistema viário, com a necessidade de remoção e futura realocação ou reassentamento.

Ainda de acordo com a Prefeitura, todas as famílias localizadas em frente de obras, atendendo aos critérios do programa habitacional do projeto, têm por garantia o seu direito à moradia definitiva. E enquadrando-se no Art. 2º da Lei nº 5617/2006, serão inseridas no Programa Renda Abrigo até atendimento habitacional definitivo. Segundo o artigo citado, é preciso morar na cidade há pelo menos dois anos, no local há pelo menos um ano e não ter renda familiar superior a três salários mínimos. O auxílio aluguel é de R$ 315 ao mês, valor que segundo as famílias é insuficiente para alugar um imóvel.



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