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Pix na mira dos golpistas: confira 6 dicas para não cair em roubadas

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação
Do 33Giga

04/08/2021 | 16:48


O sistema de pagamentos Pix vem ganhando cada vez mais aderência junto aos brasileiros. Conforme divulgou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a representatividade da plataforma de transferências instantâneas do Banco Central já chega a 30% – número bem superior aos 7% registrados em novembro de 2020, quando foi lançado.

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De novembro a junho, o montante em movimentações por meio dele superou R$ 441 bilhões. Há mais 274 milhões de chaves ativas. O sistema de pagamentos Pix está disponível em pelo menos 760 instituições bancárias, segundo dados do próprio BC.

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Os números são expressivos e novas funcionalidades do sistema de pagamentos Pix devem ser anunciadas nos próximos meses. Entre elas, o open banking, o Pix saque (que permitirá a retirada de dinheiro em estabelecimentos autorizados) e o Pix offline (o cliente poderá pagar contas mesmo sem conexão com a internet).

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Sistema de pagamentos Pix e os golpistas

Tudo isso deve aumentar ainda mais o montante de usuários do sistema de pagamentos Pix . Com essa popularidade toda, Francisco Carvalho, CEO techfin da Zipdin, acredita que a plataforma tem tudo para se tornar o principal meio de transferências no País e, consequentemente, um alvo de criminosos.

“Conforme os serviços financeiros avançam no ambiente digital, é fundamental que aumentem também os cuidados de quem faz compras ou pagamentos pelo celular e desktops para evitar cair em fraudes e golpes”, explica o executivo.

Pensando na segurança de quem usa o novo sistema, com base em recomendações do Banco Central, 33Giga e o CEO da Zipdin listam 6 pontos de atenção:

  • Utilize apenas o site e aplicativo do seu banco para fazer pagamentos, cadastrar seu Pix ou realizar qualquer transação, e evite clicar em links recebidos via SMS ou por e-mails. Eles podem ser provenientes de sites falsos. E não passe nenhuma informação sobre a sua conta por telefone.
  • Não use wi-fi de shoppings, bares ou qualquer outro tipo de local público para realizar suas transferências. Pode haver vírus que colocam em risco seus dados.
  • Chave Pix à qual deve ser direcionada uma transferência é uma coisa, senha para concluir o Pix é outra . Nunca passe sua senha para ninguém, a informação a ser compartilhada para a realização de uma transação é seu CPF, e-mail, chave aleatória ou número de telefone, conforme sua escolha na hora de cadastrar seu Pix no seu banco.
  • Atenção aos pagamentos por campo de proximidade, o famoso NFC. Alguns terminais para esse tipo de transação podem ter sofrido alterações para roubar dados. Se notar algo suspeito, opte por outra forma de pagamento para garantir sua segurança.
  • Desconfie dos pedidos de Pix que chegam via Whatsapp, mesmo que eles venham de números de conhecidos de amigos e parentes. A clonagem das contas de Whatsapp tem acontecido com frequência e o recomendado é sempre desconfiar, e confirmar por telefone ou pessoalmente a solicitação antes de efetuar o envio do dinheiro.
  • Cuidado com QR Codes falsos. O QR Code, sem dúvidas, facilita muito o dia a dia ao agilizar as transações por meio da captura do código. No entanto, certifique-se de que o valor que consta no QR Code e o destino do dinheiro estão corretos antes de realizar pagamentos e transferências.


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