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Após ameaça, Claudinho diz que vai tirar porte de arma e anda de colete

Nario Barbosa/ DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de Rio Grande avisa que tomou decisão por segurança depois de relatos de atentato contra ele


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

23/07/2021 | 16:01


O prefeito de Rio Grande da Serra, Claudinho da Geladeira (PSDB), avisou que vai requerer porte de armas e que tem andado de colete à prova de balas desde que tomou conhecimento de ameças contra ele.

O político fez ato público ontem com parte dos vereadores para voltar ao assunto. Nesta semana, Claudinho registrou um BO (Boletim de Ocorrência) dizendo que recebeu, de forma anônima, relatos de que adversários políticos iriam patrocinar um atentato contra ele.

“Já estou reforçando a minha segurança, contando com auxílio da Polícia Militar e da nossa GCM (Guarda Civil Municipal). E, nos próximos dias, vou providenciar um porte de armas. Em todos os dias usarei colete à prova de bala”, disse Claudinho.

O chefe do Executivo relembrou episódios de violência contra a classe política da cidade. Em 1998, o então prefeito José Carlos Arruda, o Carlão, foi assassinado após ter sido sequestrado. Seis pessoas foram formalmente acusadas pela morte de Carlão. Três vereadores da cidade na época foram apontados como mandantes do crime: Valdir Mitterstein, o Gaúcho; Ramon Velasquez (PT) e Expedito Oliveira (PSDB, presidente da Câmara na ocasião e que assumiu a Prefeitura interinamente com a morte do prefeito). Gaúcho foi condenado a 14 anos de prisão, mas cumpriu apenas metade da pena. Velasquez foi inocentado por falta de provas. Expedido, absolvido.

Claudinho também citou os recentes episódios envolvendo o vereador Marcelo Akira (Podemos), e o ex-prefeito Gabriel Maranhão (Cidadania). O primeiro ficou desaparecido por 16 horas em meio a uma mata no bairro da Pedreira, alegando ter escapado de tentativa de homicídio. O segundo foi alvejado por tiro enquanto saída de casa, no Jardim Lavras Mirim, bairro na divisa entre Suzano e Rio Grande.

Inquérito policial foi instaurado na Delegacia de Rio Grande para apurar as denúncias de Claudinho. No BO, o político comentou que não tinha ciência de quem poderia armar um atentado contra ele, até por ter recebido a informação de forma anônima, mas que optou por acionar as autoridades justamente “pelo histórico de crimes” na cidade. 



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