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Rodrigo capitaliza na demora de Alckmin


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

10/07/2021 | 00:32


No Grande ABC, a indefinição sobre o futuro do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) também traz aflições à classe política e a demora tem trazido prejuízos na captação de forças eleitorais. Não é de hoje que os articuladores de uma eventual campanha de Alckmin ao governo do Estado fora do tucanato pedem pressa ao cacique, que reluta em deixar o PSDB. Na visita à região, o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB), candidato do governo de João Doria (PSDB) ao Palácio dos Bandeirantes, ouviu do prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (PL), que ele terá seu voto e seu apoio em 2022 – Volpi, é bom lembrar, foi secretário adjunto de Esporte, Lazer e Juventude no governo de Alckmin. No palanque de Rodrigo na quinta-feira também estava o ex-prefeito José Auricchio Júnior (PSDB), de São Caetano, que também foi secretário na gestão Alckmin. Ou seja, Rodrigo alia a capacidade de aglutinar forças políticas e tem como trunfo o impasse do ex-governador.

Ação e reação
A direção do SINDVIGSBC (Sindicato dos Empregados Vigilantes de São Bernardo) foi surpreendida com a convocação, por parte de autoridades do 1º DP (Baeta Neves), para prestar esclarecimentos sobre o protesto realizado na quarta-feira contra o governo do prefeito Orlando Morando (PSDB), pedindo que o tucano reveja a decisão de tirar vigilantes terceirizados das escolas municipais. O comando do sindicato foi informado que Morando registrou BO (Boletim de Ocorrência) contra integrantes da entidade por causa de fogos de artifício soltados no fim da manifestação, em frente ao Paço. Na segunda-feira, o presidente do SINDVIGSBC, Jorge Francisco Calabi, precisará prestar depoimento na delegacia.

Abaixo-assinado
O vereador Leonardo Alves (PSDB), de Mauá, iniciou coleta de assinaturas para pressionar o governo do Estado a retomar o repasse mensal de custeio do Hospital de Clínicas Doutor Radamés Nardini. Sua equipe e ele percorrem bairros da cidade com abaixo-assinado em mãos pedindo suporte popular para a demanda. Até três anos atrás, a gestão estadual auxiliava com R$ 1 milhão ao mês a Prefeitura para manter a unidade que, embora municipal, tem caráter regional, por atendimento de pacientes de Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra e Suzano.

Pé na eleição
Secretário de Planejamento de Mauá, o ex-vereador Rômulo Fernandes (PT) parece ter se decidido mesmo sobre a participação na eleição do ano que vem. Já comentou a pessoas próximas que será candidato a deputado estadual, mesmo com conselhos contrários de forças petistas, apontando que esta é a oportunidade do cavalo selado para ele. O primeiro passo público foi dado ontem, com a reativação de seu perfil em redes sociais.

MBL e PSL – 1
O MBL (Movimento Brasil Livre), grupo que emergiu com protestos contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), tateia os passos políticos para a eleição do ano que vem. Há discussão avançada para filiação em massa no PSL em São Paulo, partido que já abriu possibilidade de guarida para candidatura ao governo do Estado do hoje deputado paulista Arthur do Val, o Mamãe Falei (atualmente no Patriota). Porém, avisou que não quer ter bolsonaristas dentro do PSL.

MBL e PSL – 2
O bloco tem dois vereadores no Grande ABC, casos de Márcio Colombo (PSDB), em Santo André, e Glauco Braido (PSD), em São Bernardo, e o nome da dupla aparece nas rodas de conversa política como potenciais candidatos a deputado no ano que vem. Glauco, que tem se posicionado contrário ao prefeito Orlando Morando (PSDB), já avisou publicamente que pode ser candidato a deputado estadual.

Sem título
O vereador paulistano Toninho Vespoli (Psol) ingressou com pedido junto à Câmara da Capital para retirar o título de cidadão concedido ao empresário Samuel Klein, fundador da Casas Bahia, diante do estouro de denúncias de crime sexual cometidas pelo empresário, morto em 2014. 



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