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Em Diadema, servidores aprovam aumento só para 2022

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Sem reajuste em 2021, governo Filippi propôs abono de R$ 600, mais 4% de melhorias no ano que vem


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

25/06/2021 | 07:00


Os funcionários públicos de Diadema aprovaram, na noite de ontem, proposta do governo do prefeito José de Filippi Júnior (PT), de aumento zero aos salários neste ano. Em contrapartida, o acordo prevê reajustes em pisos salarias já em 2021, pagamento de abono de R$ 600 a todos os servidores públicos no ano que vem e 4% de aumento linear no segundo semestre de 2022.

A aprovação à proposta do governo, feita em assembleia, põe fim à negociação entre a cúpula do Paço e o Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema). De março para cá, a categoria travava embate com o governo na tentativa de garantir reposições de perdas salariais na ordem de 14% - está sem aumento desde 2019. A expectativa de encampar negociação com um governo petista, após hiato de oito anos, acabou esbarrando na frustração com o argumento do governo Filippi de que está legalmente impedido de mexer na folha de pagamento devido à lei federal 173, que veda a concessão de reajustes ao funcionalismo até o final deste ano.

Na proposta, o Paço se compromete a, ainda neste ano, equiparar a chamada referência 1 (piso salarial mais baixo, pago a agentes de cozinha), atualmente fixada em R$ 1.106, ao salário mínimo paulista, na ordem de R$ 1.163. Também promete reajustar os salários de agentes comunitárias de saúde ao piso nacional da categoria.

Para 2022, o governo Filippi propôs a pagar abono de R$ 600, em duas vezes, a todos os servidores, em parcelas a serem pagas em janeiro e fevereiro. Além disso, prometeu aplicar 2% de reajuste salarial em julho, mais 2% em outubro. Os mesmos índices serão aplicados ao vale-refeição e alimentação. “A intenção é aumentar esses percentuais, dependendo do comportamento das receitas”, informou o governo na proposta aprovada pela categoria.

Para o presidente do Sindema, Ritchie Soares, o resultado da negociação é positivo. “Os servidores reconheceram os avanços da mesa, da luta e mobilização da categoria e sindicato e da disposição do governo em negociar. O abono de R$ 600 é um reconhecimento aos impedimentos impostos pela LC 173. A proposta repõe perdas de boa parte da categoria, principalmente dos menores salários, e deixa em aberto a melhora dos índices de reajuste para 2022. A luta continua”.  



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